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Curso Marugoto JFまるごと日本語講座

Curso de Língua Japonesa Marugoto da FJSP

Eduardo Kenji (Pré-intermediário ① – 2º semestre/2014)
Eduardo Kenji (Pré-intermediário ① – 2º semestre/2014)

Morei no Japão em 2012 e fiquei 1 ano alternando entre trabalho/estudo. Como fui sem saber nada (somente hiragana/katakana) tive que aprender “na marra”! Fiz 2 cursos no Japão, que foram muito úteis para a comunicação do dia-a-dia e também na parte escrita.

Mas ao retornar ao Brasil, perdi o contato com o idioma e então fiz um curso básico de 6 módulos para não perder o que havia aprendido até o momento. Mas terminando o curso, vi que eu tinha conhecimento, porém não muita desenvoltura na fala. Apesar de ter aprendido muitas expressões e vocabulários, faltava um pouco de conversação na prática.

Foi então que eu procurei a FJSP e me informei sobre o curso MARUGOTO. No curso ouvimos muitas conversas do dia-a-dia, mas de um jeito natural, como é realmente falado, o que torna o curso bem interessante. Cada tópico aborda um determinado tema e esse tema é bem explorado em 3 aulas. Podemos fazer as lições da maneira que acharmos melhor, por escrito ou pelo Facebook, o que torna bem prático e rápido. Também praticamos a fala (shadowing), repetindo uma determinada conversação e a escrita através de “ditados” que a professora lê (dictogloss).


Michel Knoll Soldati (Introdutório Katsudo e Rikai – 2º semestre/2014)
Michel Knoll Soldati (Introdutório Katsudo e Rikai – 2º semestre/2014)

Recentemente decidi aprender japonês, ao pesquisar por cursos encontrei o site do método Marugoto e como você está fazendo agora, comecei a explorar o site e a ler a seção de depoimentos 🙂

Minha porcentagem de conhecimento da língua japonesa era basicamente 0. Sabia falar ohayou, arigatou e apenas mais um punhado de palavras aleatórias, por esse motivo e pelo meu desejo de aprender o mais rápido possível, resolvi cursar os módulos Introdutório Katsudo e Rikai simultaneamente.

Pode parecer puxado no início, ainda mais no meu caso que não conhecia nada de hiragana ou katakana, mas a combinação dos dois módulos funciona muito bem, pois em uma aula do Katsudo tenho a introdução ao assunto da semana e treino a utilização de certas frases e expressões. Então na aula do Rikai, estudo a gramática utilizando as mesmas expressões já vistas, o que é ótimo pois fixo as expressões por meio da repetição e a gramática por meio da associação com o que já estudei.

Isto é regra quando se estuda qualquer matéria: quanto maior a dedicação, maior será seu aprendizado e entendimento. Dedico no mínimo duas horas de estudo por semana (não contando as aulas) e faço isso apenas com os materiais que o curso proporciona (lista de palavras, lição de casa, vídeos, registros culturais, entre outros).

Estou extremamente satisfeito com o Marugoto, pois depois de pesquisar muito vi que a maioria das pessoas que estudavam japonês por outros métodos, reclamavam que apesar de entender a gramática, não conseguiam expressar-se em japonês. Eu ainda não terminei o primeiro semestre, mas já consegui utilizar algumas das expressões aprendidas em mais de uma situação com japoneses, posso ainda não ter mantido uma conversa longa com os mesmos, mas o curso me proporcionou uma base suficiente para perder o medo e me expor à essas situações, que são muito importantes para testar nosso progresso, agregar novos conhecimentos e aumentar nossa motivação.

Para finalizar, deixo meus elogios à toda equipe responsável pelo Marugoto e às professoras que tem um domínio excepcional da língua e cultura japonesas e estão sempre muito interessadas e dispostas a ensinar, tirar nossas dúvidas e nos incentivar. Arigatou Gozaimasu!!! (^_^)


Setsuo Tsujiguchi (Básico 1 Rikai – 2º semestre/2014)
Setsuo Tsujiguchi (Básico 1 Rikai – 2º semestre/2014)

Nasci no interior paulista onde havia muitos descendentes de japoneses, e a minha primeira escola foi o nihongaku da colônia japonesa.

Na infância convivi em contato com a cultura japonesa. Após vir para a capital paulista, o meu contato ficou restrito com os filmes da Liberdade e os mangás, ou seja, até entrar na faculdade não tive contato com orientais. Com 30 e poucos anos, tive a alegria de estudar japonês com uma pessoa nativa, que me ensinou a cultura de lá. Vale lembrar que os descendentes de japoneses aqui do Brasil mantiveram a cultura dos pais e avós, e hoje, estudo na Aliança, pelo método Marugoto.

Minhas impressões a respeito do curso:

– o curso tem uma proposição de iteratividade, e como (pelos menos me parece) toda filosofia oriental, ela é circular. Cresce espiralmente a partir de um núcleo. Cada semestre vai agregando novos conhecimentos ao que já se tem, reforçando ou nos fazendo perceber o que nos passou desapercebido inicialmente, conforme vai ficando mais complexo a estrutura de aprendizado.

– como já tinha um conhecimento prévio do nihongo, esse curso está preenchendo várias lacunas básicas da língua, principalmente a gramática.

– a classe é heterogênea, porém extremamente colaborativa e participativa. Além do método favorecer isso, a sensei também cria o ambiente, incentiva e passa informações para os alunos, de uma forma natural (shizen) e fluida.

– é uma metodologia de ensino que muito me agradou. Sinto que em relação ao inicio do curso tenho evoluído constantemente, e em cada aula sempre há coisas novas para aprender. Porquê? A auto-avaliação que se faz em toda a aula, torna possível ver/sentir/perceber a evolução do nosso aprendizado e isso faz parte da metodologia do curso. As sutilezas da linguagem também são esclarecidas em aula bem como as visitas de outros professores em classe ajudam no nosso interesse em aprender mais e mais.

– o custo x benefício do curso é excelente pelo aproveitamento que se tem. Lógico que cabe ao aluno também fazer a sua parte, mas a classe em que participo tem mostrado evolução constantemente e isso anima ainda mais a estudar.

– embora tenha falado bastante da metodologia, a melhor forma de se perceber é fazer o curso. Há tantos detalhes, tanto em termos de aula como de material, que só se percebe vivenciando a aula. É uma forma evoluída de aprendizado.

Está de parabéns o curso Marugoto!


Irene Miura (Introdutório Rikai – 1º semestre/2014)
Irene Miura (Introdutório Rikai – 1º semestre/2014)

Há muitos anos venho procurando uma metodologia adequada para o meu aprendizado do idioma japonês e acredito que finalmente encontrei: MARUGOTO é um método sensacional!

A didática e o comprometimento da professora com os resultados dos alunos demonstram a importância dada ao processo de formação profissional contínua por parte da Fundação Japão.

Consigo entender o processo de aprendizagem gradativa do idioma na medida em que novos conceitos, vocabulários, estruturas gramaticais estão sendo apreendidos/incorporados de forma complementar ao aprendizado de aulas anteriores. Parabéns pela forma inovadora de ensinar!


Laura Bellesa (Básico 2 Katsudo – 1º semestre/2014)
Laura Bellesa (Básico 2 Katsudo – 1º semestre/2014)

Eu estudo japonês há mais de cinco anos e confesso que sempre tive uma dificuldade maior com a conversação. Embora compreendesse bem o que me diziam, não conseguia de fato expressar meu ponto de vista e isso era muito frustrante. Depois de todos esses anos de muito estudo, tomei a importante decisão de não prosseguir com o curso (estava a caminho do Intermediário) enquanto não melhorasse minha comunicação oral.
Foi então que me recomendaram o curso do Marugoto, que era novo, possuía uma metodologia de ensino completamente diferente da convencional e, para minha alegria, podia ser direcionada apenas para a conversação (que é o caso do módulo Katsudo). Hoje em dia, sendo uma aluna do Marugoto, eu sinto que tenho mais tempo para me dedicar aos exercícios específicos de conversação em casa. Cada aula possui um tema próprio, sempre provocando reflexões culturais, e o interessante é que, não importa se a estrutura gramatical é convencionalmente fácil ou difícil, se ela tiver relevância para o contexto, será ensinada.

A conversação tonar-se, assim, uma prática extremamente lúdica: aprender ao mesmo tempo em que se tenta fazer. E já estou colhendo alguns resultados positivos, como, por exemplo, ter menos receio de errar durante uma conversa. Está sendo um grande avanço!


Daniela Vilarinho (Básico 2 Rikai – 1º semestre/2014)
Daniela Vilarinho (Básico 2 Rikai – 1º semestre/2014)

Comecei a estudar japonês há quase 10 anos e já estudei por diferentes métodos, inclusive aulas particulares. No entanto, todos esses métodos tinham algo em comum: a conversação era seu ponto fraco. Consequentemente, apesar de tanto tempo em contato com a língua japonesa e ter uma boa compreensão, sempre tive muitas dificuldades em me expressar em japonês, e conforme fui avançando nos cursos, passei a me sentir constrangida por estar em níveis avançados e não conseguir travar um simples diálogo em japonês.

Foi então que eu conheci o Marugoto! O curso do Marugoto é estruturado para aprendermos japonês da mesma forma que um nativo aprende: primeiro aprende as palavras e expressões ao ouvi-las dentro de uma situação (contexto), e repeti-las. Depois de ter aprendido “de ouvido” as palavras e expressões é que passamos a aprimorar a leitura, escrita e aprofundar na gramática. A primeira etapa é trabalhada no módulo Katsudo, e a segunda etapa é trabalhada no módulo Rikai. Atualmente estou estudando o Básico 2, Rikai, e consigo perceber o quanto passar pelo Katsudo me ajudou a sedimentar muitas expressões e hoje, consigo me expressar com naturalidade sobre diversos assuntos relacionados ao cotidiano. Além disso, durante o Rikai pude perceber o grande diferencial do Marugoto, que é esgotar os assuntos. Nos demais cursos, sempre que é introduzida uma situação, como, por exemplo, fazer pedido em um restaurante, só são apresentadas as estruturas adequadas para aquele estágio/nível. Porém, nos estágios seguintes, não há um retorno à essa situação para ensinar as estruturas que ficaram faltando. Assim, sempre tive a sensação de aprender em sala de aula, mas de sentir que não sabia nada, pois na prática sempre tinha alguma estrutura que eu não tinha aprendido e era justamente a que eu precisava para falar. E isso sempre me fazia “travar” na hora do diálogo.

No Marugoto, os assuntos são esgotados em cada lição, assim aprendemos muitas estruturas, mas que são facilmente internalizadas pela repetição interna do material, já que essas estruturas são vistas no Katsudo e depois retomadas no Rikai. E quando me deparo com essa situação no dia a dia, consigo conversar com naturalidade, pensando diretamente em japonês. Graças ao Marugoto, já estou conseguindo me expressar em japonês!!!


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