{"id":10416,"date":"2020-02-07T21:14:45","date_gmt":"2020-02-08T00:14:45","guid":{"rendered":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/?page_id=10416"},"modified":"2020-03-31T10:01:07","modified_gmt":"2020-03-31T13:01:07","slug":"ryuta-imafuku","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/ryuta-imafuku\/","title":{"rendered":"RYUTA IMAFUKU"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"img-responsive wp-image-10418 alignleft\" src=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/foto-imafuku-1.jpg\" alt=\"\" width=\"270\" height=\"384\" srcset=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/foto-imafuku-1.jpg 689w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/foto-imafuku-1-280x398.jpg 280w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/foto-imafuku-1-340x484.jpg 340w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/foto-imafuku-1-220x313.jpg 220w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/foto-imafuku-1-100x142.jpg 100w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/foto-imafuku-1-130x185.jpg 130w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/foto-imafuku-1-460x654.jpg 460w\" sizes=\"(max-width: 270px) 100vw, 270px\" \/><\/p>\n<p>Cr\u00edtico cultural e professor de Antropologia e Estudos Culturais da Graduate School of Global Studies da Tokyo University of Foreign Studies. \u00c9 um importante pensador do Jap\u00e3o contempor\u00e2neo, que continua a estimular o pensamento por meio da reflex\u00e3o antropol\u00f3gico-cultural sobre literatura, arte, fotografia, futebol, etc.\u00a0 Desde 2002, tem coordenado o projeto Amami Free University, uma universidade espont\u00e2nea ao ar livre no arquip\u00e9lago de Amami, Jap\u00e3o. Com passagens pelo Brasil como professor visitante do Centro de Estudos Japoneses da Universidade de S\u00e3o Paulo (2000) e Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica de S\u00e3o Paulo (2003), tem contribu\u00eddo constantemente para o desenvolvimento dos Estudos Japoneses no Brasil, e para a difus\u00e3o de estudos sobre o Brasil no exterior.<\/p>\n<p>Sua bibliografia inclui: <em>The Heterology of Culture<\/em> (A Heterologia da Cultura)<em>, Technology of the Wild<\/em> (Tecnologia do Selvagem), <em>Sensory Angels<\/em> (Anjos Sensoriais), <em>M\u00ednima Gracia: History and Craving, Archipel-Monde<\/em> (Anjos Sensoriais, M\u00ednima Gracia: Hist\u00f3ria e Desejo, Archipel-Monde), <em>La Gram\u00e1tica Parda<\/em> (A Gram\u00e1tica Parda), <em>Homo Ludens in Brazil<\/em> (Homo Ludens no Brasil), <em>Half-Breed<\/em> (Half-Breed), e mais recentemente, <em>Jorge Luis Borges: A Dreaming Tiger in the Labyrinth<\/em> (Jorge Luis Borges: Um Tigre Sonhador no Labirinto).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>ARTIGOS EM PORTUGU\u00caS<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/h3>\n<p><span style=\"color: #993366\"><strong><em>IMAGINANDO NO MUNDO PLURAL: COSMOPOLISMO E DI\u00c1SPORA HOJE<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p>Anais do XI Encontro Nacional de Professores Universit\u00e1rios de L\u00edngua, Literatura e Cultura Japonesa, Sess\u00e3o Especial. Brasil, 500 Anos e Imigra\u00e7\u00e3o Japonesa. Universidade de Bras\u00edlia, 2000. p. 393-410. Tradu\u00e7\u00e3o de Alice Tamie Joko.<\/p>\n<p>\u201cA ideia de \u2018ap\u00e1trida\u2019 nos remete a casos extremamente excepcionais de indiv\u00edduos que n\u00e3o podem obter nenhuma nacionalidade &#8211; algo que deveria ser concedido a todo homem por pelo menos um pa\u00eds -, por falha no sistema legislativo interno ou neglig\u00eancia nos procedimentos legais de um pa\u00eds. Tal situa\u00e7\u00e3o, mesmo sendo resultante de sistema estatal, \u00e9 entendida em geral como uma quest\u00e3o que deve ser corrigida por se considerar o fato de n\u00e3o estar sob prote\u00e7\u00e3o de um Estado, um \u00edndice que determina a inseguran\u00e7a social da pessoa em que se v\u00ea em tal condi\u00e7\u00e3o. Pois o ser humano n\u00e3o vinculado a nenhuma na\u00e7\u00e3o, antes de mais nada, perde seu lugar de exist\u00eancia no espa\u00e7o social do mundo contempor\u00e2neo.\u201d<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/1-brasilia-imafuku-ryuta-pt-site.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>DOWNLOAD PDF<\/strong><\/a><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #993366\"><strong><em>Abismo entre o Tudo e o Nada- A Etnologia de Okamoto Taro<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p>Estudos Japoneses, Faculdade de Filosofia Letras e Ci\u00eancias Humanas da Universidade de S\u00e3o Paulo, S\u00e3o Paulo, n. 21, 2001. p. 91-99. Artigo baseado em palestra proferida no Centro de Estudos Japoneses da USP, em 23 de agosto de 2000.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 simplesmente avassaladora a presen\u00e7a de Okamoto Tar\u00f4 no filme de 14 minutos, em 16 mm, intitulado <em>Homenagem a Marcel Mauus: Okamoto Taro<\/em>, dirigido por Jean Rouch, conhecido por seus trabalhos de vanguarda na Fran\u00e7a, no campo da antropologia visual. Foi muito forte o impacto que me causou a fala de Okamoto \u2013 e aqui vou designar por <em>fala<\/em>, um termo do linguajar cotidiano, todo o conjunto de sua impressionante forma de express\u00e3o \u2013 que se manteve inalter\u00e1vel do princ\u00edpio ao fim.\u201d<\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www.revistas.usp.br\/ej\/article\/view\/142779\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">LINK DOWNLOAD<\/a><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #993366\"><strong><em>A OCUPA\u00c7\u00c3O VISUAL NAS ILHAS: IMAGEM E VIOL\u00caNCIA NO JAP\u00c3O P\u00d3S-GUERRA<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p>Palestra ministrada no Semin\u00e1rio internacional \u201cImagem e Viol\u00eancia\u201d SESC-S\u00e3o Paulo, 30 de mar\u00e7o, 2000. Tradu\u00e7\u00e3o de Lenita Rimoli Esteves.<\/p>\n<p>\u201cVou falar sobre imagem e viol\u00eancia no Jap\u00e3o do p\u00f3s-guerra, mas meu modo de falar n\u00e3o \u00e9 como falar &#8220;sobre&#8221; alguma coisa, \u00e9 mais como um modo de falar &#8220;pr\u00f3ximo&#8221; de alguma coisa. O objeto de discuss\u00e3o aqui \u00e9 sempre amb\u00edguo e multifacetado, de modo que qualquer gesto para fix\u00e1-lo trai nosso senso de realidade. Em vez de falar exatamente &#8220;sobre&#8221; isso, estarei falando &#8220;pr\u00f3ximo&#8221; do tempo e do lugar chamado Jap\u00e3o do p\u00f3s-guerra, porque esse \u00e9 precisamente o modo como vivenciei esse per\u00edodo de minha vida. Portanto, estarei falando sobre mem\u00f3ria e n\u00e3o sobre conhecimento. Sobre a instala\u00e7\u00e3o de sentimentos, n\u00e3o sobre a distribui\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00e3o&#8230; Um salto po\u00e9tico, n\u00e3o uma interpreta\u00e7\u00e3o objetiva.\u201d<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.cisc.org.br\/portal\/index.php\/pt\/biblioteca\/view.download\/17-imafuku-ryuta\/54-a-ocupacao-visual-nas-ilhas-imagem-e-violencia-no-japao-pos-guerra.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>LINK DOWNLOAD<\/strong><\/a><\/p>\n<p><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #993366\"><strong><em>OS ANJOS NA TERRA DOS SONHOS<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p>Ghrebh &#8211; Revista de Comunica\u00e7\u00e3o, Cultura e Teoria da M\u00eddia, CISC (Centro Interdisciplinar de Semi\u00f3tica da Cultura e da M\u00eddia. S\u00e3o Paulo, outubro 2002, n. 1. p. 242-248. Traduzido do espanhol por Marina Quevedo.<\/p>\n<p>\u201cDesde o momento em que percebemos e compreendemos nossa m\u00e3o como aquele material que consiste em cinco dedos oculta\u2010se uma ocasi\u00e3o transcendental do conhecimento, aquela que separa os homens de sua natureza puramente material. Este salto se executa por meio da linguagem que usamos. Por exemplo, n\u00e3o levamos em conta o n\u00edvel priorit\u00e1rio da linguagem e nos baseamos excluvivamente nos substantivos. Na realidade, os substantivos parecem apontar diretamente a mat\u00e9ria, apesar de que n\u00e3o constituem a materialidade em si mesmos. Atrav\u00e9s da linguagem, que \u00e9 dominada pelos substantivos, criamos um m\u00e9todo de comunica\u00e7\u00e3o para capturar a materialidade da realidade.\u201d<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.cisc.org.br\/portal\/index.php\/pt\/ghrebh-1-o-espirito-do-nosso-tempo.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>LINK DOWNLOAD<\/strong><\/a><\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p><span style=\"color: #993366\"><strong><em>A SINFONIA DOS CACTOS E DO VENTO<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p>Ghrebh &#8211; Revista de Comunica\u00e7\u00e3o, Cultura e Teoria da M\u00eddia, CISC (Centro Interdisciplinar de Semi\u00f3tica da Cultura e da M\u00eddia. S\u00e3o Paulo, julho 2003, n. 3. p. 4-14.<\/p>\n<p>&#8220;Fazer um coment\u00e1rio&#8221; sobre o \u00e1lbum do Calexico seria um modo muito distante da maneira que a pr\u00f3pria m\u00fasica do Calexico se apresenta. Se a m\u00fasica do Calexico tem um car\u00e1ter bem improvisador, seriam necess\u00e1rios ritmo e vibra\u00e7\u00f5es de palavras que consoassem com a sua m\u00fasica. Ent\u00e3o, aqui o meu prop\u00f3sito \u00e9 de escrever Calexicamente, ou seja, tento narrar sobre a m\u00fasica, o instrumento, o estilo de sensibilidade, Arizona e a fronteira de um modo incidental, aned\u00f3tico, fragmentado, ecl\u00e9tico e minimalista.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.cisc.org.br\/portal\/index.php\/pt\/ghrebh-3-arquitexturas-da-midia.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>LINK DOWNLOAD<\/strong><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #993366\"><strong><em>O Deserto entre os Olhos: para n\u00e3o testemunhar Abu Ghraib<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p>M\u00ednima Gracia. T\u00f3quio: Iwanami Publishers, 2005.<\/p>\n<p>\u201cAquilo que \u00e9 visto, e o que n\u00e3o \u00e9 visto &#8211; todas as imagens ali se sedimentam. A paisagem da realidade, da ilus\u00e3o, da mem\u00f3ria e do pressentimento ali se mesclando, aparece e desaparece.<br \/>\nGuardando em si as mais variadas sementes que d\u00e3o luz a todos os elementos do universo, o lugar secreto onde o sentimento e a percep\u00e7\u00e3o ainda sem sentido fosforesce. A reentr\u00e2ncia rica e amb\u00edgua do consciente. Isso, que se expande entre os nossos olhos, \u00e9 o deserto infinito que concebe uma fonte&#8230;\u201d<\/p>\n<p><strong>DISPON\u00cdVEL PARA CONSULTA NA BIBLIOTECA<\/strong><\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p><span style=\"color: #993366\"><strong><em>Paz da terra, paz de imagem: <\/em><\/strong><strong><em>Sebasti\u00e3o Salgado, Wim Wenders, e o \u201ccontrato natural\u201d<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p>Sekai. T\u00f3quio, 2005, n. 873.<\/p>\n<p>\u201cNo Interior do Brasil. N\u00f3s nos trememos, quando vimos a multid\u00e3o movendo como as formigas que rastejam na ladeira inclinada da mina a c\u00e9u aberto de ouro na Serra Pelada. Uma cova enorme como uma ferida gravada na terra pela cobi\u00e7a \u00e0 riqueza. A\u00ed, mais de cinquenta mil trabalhadores sujados com lama se agrupam e enlouquecem para descobrir ouros mais cedo do que os outros, empurrando mutuamente. O suor flu\u00eddo do corpo semi-nu, o sangue manchado no ombro que carrega um saco de areia, os gritos ou barulhos da disputa, os suspiros de desespero, o mal cheiro sufocante da lama deslizando de baixo dos p\u00e9s&#8230; Estas fotos contemplam profundamente, com o olhar agudo, os detalhes dos fatos reais, as deformadas estruturas sociais que s\u00e3o escondidas atr\u00e1s dessa realidade.\u201d<\/p>\n<p><strong>DISPON\u00cdVEL PARA CONSULTA NA BIBLIOTECA<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #993366\"><strong><em>Palestra<br \/>\n<\/em><\/strong><strong><em>Ryuta Imafuku: \u2018m\u00eddia valoriza mais a vers\u00e3o que o fato<\/em><\/strong><strong><em>\u2019<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p>Entrevista ao Di\u00e1rio da Regi\u00e3o. S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Preto, 20 de abril de 2003.<\/p>\n<p>\u201cCom ideias pol\u00eamicas sobre o trabalho desenvolvido pelos meios de comunica\u00e7\u00e3o, o professor da Faculdade de Estudos Culturais da Universidade de Sapporo, no Jap\u00e3o, Ryuta Imafuku, 47 anos, se dedica ao estudo do impacto que as chamadas \u2018transmiss\u00f5es em tempo real\u2019 t\u00eam no cotidiano das pessoas. A veicula\u00e7\u00e3o de fatos como a queda das torres g\u00eameas do World Trade Center, nos Estados Unidos, em 11 de setembro de 2001, ou os confrontos da Guerra do Golfo, em 1991, est\u00e3o entre as pesquisas de Imafuku. Nas \u00faltimas semanas, o professor tamb\u00e9m acompanhou o conflito no Iraque. Segundo ele, com a guerra no Oriente M\u00e9dio, a tev\u00ea volta a \u2018bombardear\u2019 diariamente o telespectador com informa\u00e7\u00f5es.\u201d<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.cafecreole.net\/WTC\/diarioweb.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>LINK DOWNLOAD<\/strong><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cr\u00edtico cultural e professor de Antropologia e Estudos Culturais da Graduate School of Global Studies da Tokyo University of Foreign Studies. \u00c9 um importante pensador do Jap\u00e3o contempor\u00e2neo, que continua a estimular o pensamento por meio da reflex\u00e3o antropol\u00f3gico-cultural sobre literatura, arte, fotografia, futebol, etc.\u00a0 Desde 2002, tem coordenado o projeto Amami Free University, uma [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":33,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"class_list":["post-10416","page","type-page","status-publish","hentry"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/10416","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/33"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10416"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/10416\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":10513,"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/10416\/revisions\/10513"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10416"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}