{"id":10802,"date":"2020-05-28T14:30:32","date_gmt":"2020-05-28T17:30:32","guid":{"rendered":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/?page_id=10802"},"modified":"2021-01-26T04:51:06","modified_gmt":"2021-01-26T07:51:06","slug":"destaques-da-biblioteca-maio-2020","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/destaques-da-biblioteca-maio-2020\/","title":{"rendered":"DESTAQUES DA BIBLIOTECA &#8211; Maio\/2020"},"content":{"rendered":"<p>Neste m\u00eas apresentamos 3 livros, um da autora Yoko Tawada, um sobre a cidade de Tokyo na literatura e um sobre o efeito Rashomon no cinema. Al\u00e9m dos livros apresentamos tamb\u00e9m uma mang\u00e1 ambientado no Jap\u00e3o Feudal, e dois audiovisuais, um DVD com filmes de samurais e um CD de m\u00fasica popular japonesa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h1><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>\u25cf LIVRO<\/strong><\/span><\/h1>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"img-responsive alignnone wp-image-10813\" src=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-001.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"305\" srcset=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-001.jpg 400w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-001-280x426.jpg 280w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-001-340x518.jpg 340w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-001-220x335.jpg 220w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-001-100x152.jpg 100w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-001-130x198.jpg 130w\" sizes=\"(max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #800080;\">\u00dcBERSEEZUNGER: retrato de uma l\u00edngua e outras cria\u00e7\u00f5es<\/span><br \/>\n<\/strong>Yoko Tawada; tradu\u00e7\u00e3o de Marianna Ilgenfritz Daudt e Gerson Roberto Neumann<br \/>\nEditora Class, 2019. ISBN 978-85-94187-72-7. Em portugu\u00eas [834 Ta\/ t.7898 ]<\/p>\n<p>\u00dcberseezunger significa \u201ctradu\u00e7\u00f5es\u201d, em alem\u00e3o. Desmembrado em partes temos \u00dcbersee que pode ser traduzido com \u201cal\u00e9m-mar\u201d; Zungen traz o significado de \u201cl\u00ednguas\u201d; e Seezunge \u00e9 a tradu\u00e7\u00e3o de linguado, peixe que lembra o formato de l\u00edngua. Dessa forma, o t\u00edtulo evoca os aspectos relativos \u00e0 l\u00edngua e \u00e0 tradu\u00e7\u00e3o e os associa ao \u00f3rg\u00e3o respons\u00e1vel pela articula\u00e7\u00e3o da fala. A partir de tais leituras, pode-se observar a rela\u00e7\u00e3o da tradu\u00e7\u00e3o com a linguagem e com o corpo, a met\u00e1fora do viajar por entre continentes, do assumir metafisicamente a forma e a ess\u00eancia de ser uma l\u00edngua \u2013 do sentir-se como l\u00edngua em constante transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A divis\u00e3o dos cap\u00edtulos em \u201cL\u00ednguas euroasi\u00e1ticas\u201d, \u201cL\u00ednguas sul-africanas\u201d e \u201cL\u00ednguas norte-americanas\u201d contemplam os eixos leste-oeste e norte-sul, e cada cap\u00edtulo apresenta um mapa repleto de s\u00edmbolos e letras. Destacam-se, tamb\u00e9m, as frequentes liga\u00e7\u00f5es com outras formas de manifesta\u00e7\u00e3o art\u00edstica al\u00e9m do texto, como com a m\u00fasica, o teatro e o cinema. Para a escritora, o jogo da tradu\u00e7\u00e3o \u00e9 um processo que n\u00e3o acontece apenas entre idiomas: toda a\u00e7\u00e3o, todo gesto promove tradu\u00e7\u00f5es e, \u00e9 claro, a transforma\u00e7\u00e3o da vida em linguagem, da linguagem em fala e escrita e, principalmente, da linguagem em arte.<\/p>\n<p><strong>Sobre a autora:<br \/>\n<\/strong>Yoko Tawada (\u591a\u548c\u7530\u6d0b\u5b50) nasceu em T\u00f3quio, em 1960, mudou-se para Hamburgo aos 22 anos e, desde 2006, vive em Berlim. Autora de obras escritas em japon\u00eas e alem\u00e3o como contos, romances, ensaios, poemas e pe\u00e7as teatrais. Seus trabalhos s\u00e3o reconhecidos mundialmente nos c\u00edrculos liter\u00e1rios e acad\u00eamicos pelo seu valor liter\u00e1rio e pela suas caracter\u00edsticas multil\u00edngue e interculturais. Dentre os in\u00fameros pr\u00eamios recebidos podemos destacar o Pr\u00eamio Kleist, o Pr\u00eamio Adelbert von Chamisso, o <span class='tooltipsall tooltipsincontent classtoolTips36'>Pr\u00eamio AKUTAGAWA<\/span>, o Pr\u00eamio Tanizaki e o Pr\u00eamio Funda\u00e7\u00e3o Jap\u00e3o, em 2018. Em outubro de 2019, a autora veio ao Brasil lan\u00e7ar seu livro, em portugu\u00eas, Mem\u00f3rias de um urso polar (editora Todavia) onde realizou sess\u00f5es de aut\u00f3grafos e bate-papos com os tradutores, pesquisadores e estudantes universit\u00e1rios.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive alignnone wp-image-10817\" src=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-002.jpg\" alt=\"\" width=\"197\" height=\"306\" srcset=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-002.jpg 400w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-002-280x435.jpg 280w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-002-340x528.jpg 340w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-002-220x342.jpg 220w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-002-100x155.jpg 100w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-002-130x202.jpg 130w\" sizes=\"(max-width: 197px) 100vw, 197px\" \/><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #800080;\">THE BOOK OF TOKYO: a city in short fiction<\/span><br \/>\n<\/strong>Edited by Michael Emmerich, Jim Hinks, Masashi Matsuie<br \/>\nComma Press, 2015. ISBN 978-1-905583577. Em ingl\u00eas [895.6301 Bo\/ t.5628]<\/p>\n<p>O livro \u00e9 uma antologia de fic\u00e7\u00e3o tendo como tema central a cidade de T\u00f3quio, do ponto de vista de 10 escritores japoneses conceituados\/contempor\u00e2neos, seis mulheres e quatro homens. Suas est\u00f3rias mostram as diversas facetas de T\u00f3quio: uma cidade de escala desconcertante, uma modernidade inspiradora, com regras peculiares, segredos desconhecidos, e, at\u00e9 certo ponto, perigosos. \u00a0Seus personagens observam seus moradores de longe, hesitantes em sair de sua rotina di\u00e1ria para interagir com eles. O que se mostra imposs\u00edvel numa metr\u00f3pole em constante muta\u00e7\u00e3o onde os encontros aleat\u00f3rios s\u00e3o inevit\u00e1veis como retratado em \u201cMambo\u201d de Hitomi Kanehara, onde duas pessoas desconhecidas decidem dividir um taxi para ir a ao \u201cSeaside Park\u201d, e descobrem que h\u00e1 v\u00e1rios com o mesmo nome, e n\u00e3o conseguem decidir para qual ir. Algumas est\u00f3rias est\u00e3o mais conectadas com o meio ambiente, explicitamente nomeada como West Ikebukuro em \u201c\u201dThe Owl\u2019s Estate\u201d de Toshiyuki Horie e em \u201cNa Elevator on Sunday\u201d de Shuichi Yoshida; ou num certo tipo de lugar, como o sub\u00farbio em \u201cThe Hut on the Roof\u201d de Hiromi Kawakami. Ao ler o livro nem sempre ser\u00e1 capaz de se localizar no mapa, mas poder\u00e1 sentir o grande prazer de estar em T\u00f3quio, o sentido de desorienta\u00e7\u00e3o em contraste ao sentido de enraizamento, de estar em casa. Voc\u00ea pode viver em T\u00f3quio a sua vida toda e sentir que est\u00e1 em constante movimento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive alignnone wp-image-10816\" src=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-003.jpg\" alt=\"\" width=\"199\" height=\"299\" srcset=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-003.jpg 400w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-003-280x421.jpg 280w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-003-340x511.jpg 340w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-003-220x331.jpg 220w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-003-100x150.jpg 100w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-003-130x195.jpg 130w\" sizes=\"(max-width: 199px) 100vw, 199px\" \/><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #800080;\">RASHOMON EFFECTS: Kurosawa, Rashomon and their legacies<\/span><br \/>\n<\/strong>Edited by Blair Davis, Robert Anderson, Jair Walls<br \/>\nRoutledge, 2016. ISBN 978-1-138-82709-7. Em ingl\u00eas [791.4372 Ra\/ t.7176]<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a morte de Akira Kurosawa, em 1998, come\u00e7ou um processo de reflex\u00e3o sobre seu trabalho como um todo e sobre seu legado ao cinema mundial. O filme <em>Rashomon<\/em>, de 1950, premiado com o Le\u00e3o de Ouro no Festival de Veneza (1951) e com o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro (1952) fez com que o ocidente \u201cdescobrisse\u201d o cinema japon\u00eas \u00a0tornando-se um dos mais conhecidos filmes japoneses j\u00e1 realizados, e continua a ser discutido e imitado mesmo ap\u00f3s 60 anos de sua primeira proje\u00e7\u00e3o. Este livro, atrav\u00e9s de artigos escritos por v\u00e1rios acad\u00eamicos e estudiosos, aborda quest\u00f5es relacionadas ao mundo do filme e ao efeito Rashomon, um termo em ingl\u00eas para as diferentes interpreta\u00e7\u00f5es de um mesmo evento dram\u00e1tico por diferentes testemunhas oculares. Analisa seus impactos culturais e est\u00e9ticos, assim como os v\u00e1rios legados do diretor tanto para o lado cinematogr\u00e1fico e art\u00edstico, como para o lado cognitivo e cultural, com o filme e suas id\u00e9ias tendo sido aplicados como um grande fen\u00f4meno social e cultural em v\u00e1rios contextos institucionais.<\/p>\n<p>Traz uma cronologia e uma bibliografia com fontes essenciais sobre a hist\u00f3ria cinematogr\u00e1fica de Kurosawa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<h1><strong><span style=\"color: #ff0000;\">\u25cf MANG\u00c1<\/span><\/strong><\/h1>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"img-responsive alignnone wp-image-10815\" src=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-004.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"284\" srcset=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-004.jpg 400w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-004-280x398.jpg 280w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-004-340x483.jpg 340w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-004-220x312.jpg 220w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-004-100x142.jpg 100w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-004-130x185.jpg 130w\" sizes=\"(max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"color: #800080;\"><strong>MUGEN NO JUNIN (<\/strong><strong>\u7121\u9650\u306e\u4f4f\u4eba<\/strong><\/span><strong><span style=\"color: #800080;\">)<br \/>\nBlade \u2013 a l\u00e2mina do samurai<\/span><br \/>\n<\/strong>Hiroaki Samura (\u6c99\u6751\u5e83\u660e)<br \/>\nKodansha, 2016-2017. Em japon\u00eas [J726.1 Sa]<\/p>\n<p><em>Mugen no junin<\/em> \u00e9 ambientado no Jap\u00e3o Feudal, na metade da era Tokugawa, 2\u00ba ano da era Tenmei (1782). Manji \u00e9 um samurai que foi contratado por um senhor feudal para matar todos aqueles que n\u00e3o pagassem os impostos. Ao perceber que estava matando pessoas inocentes, rebela-se contra seu contratante, matando-o e a todos os seus 99 guarda-costas. Muito ferido pela batalha \u00e9 cuidado por uma monja que lhe d\u00e1 um \u201celixir da imortalidade\u201d.\u00a0 Por\u00e9m, n\u00e3o querendo essa solu\u00e7\u00e3o, faz um acordo de matar mil homens maus para recuperar sua mortalidade. Em suas andan\u00e7as encontra Rin, uma jovem garota que procura vingan\u00e7a pela morte de seus pais pelos membros da escola de espadachim \u201cIttoryu\u201d. Assim tem in\u00edcio a jornada de Manji e Rin em busca de seus objetivos na esperan\u00e7a de encontrar algum tipo de paz.<\/p>\n<p>Em 1997, o mang\u00e1 ganhou o Pr\u00eamio de Excel\u00eancia dado por Japan Media Arts Festival da Agency for Cultural Affair do Jap\u00e3o, e em 2000, a edi\u00e7\u00e3o norte-americana ganhou o Pr\u00eamio Eisner pela melhor edi\u00e7\u00e3o de material estrangeiro. O mang\u00e1 foi publicado em v\u00e1rios pa\u00edses como EUA, Fran\u00e7a, Espanha, Alemanha, It\u00e1lia e Brasil. Aqui come\u00e7ou a ser publicado pela Conrad Editora em 2004, e em 2015 a Editora JBC anunciou o lan\u00e7amento em formato BIG (2 volumes em 1).<\/p>\n<p>A biblioteca da Funda\u00e7\u00e3o Jap\u00e3o em S\u00e3o Paulo tamb\u00e9m possui a edi\u00e7\u00e3o brasileira.<\/p>\n<p><strong>Sobre o autor:<br \/>\n<\/strong>Hiroaki Samura nasceu em 1970 na prov\u00edncia de Chiba. Sempre quis ser mangak\u00e1. Mas, ao contr\u00e1rio de muitos outros, iniciou na escola de artes e depois mudou para artes cl\u00e1ssicas. N\u00e3o gosta de pintura a \u00f3leo, preferindo a pintura em preto e branco. \u00c9 famoso por usar apenas nanquim e l\u00e1pis para o acabamento de suas obras. Nunca completou o curso, pois foi escolhido pela revista Afternoon da Editora Kodansha para escrever Blade, antes de se formar. Possui outros trabalhos como <em>Ohikoshi<\/em>, e os mang\u00e1s \u201cone shot\u201d (de apenas uma edi\u00e7\u00e3o) <em>Emerald<\/em> e <em>Sakkabasu<\/em> <em>no yoru<\/em>. Tamb\u00e9m fez v\u00e1rias ilustra\u00e7\u00f5es para revistas e um livro EroGuro, compila\u00e7\u00e3o dos trabalhos j\u00e1 criados.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<h1><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>\u25cf AUDIOVISUAIS<\/strong><\/span><\/h1>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"img-responsive alignnone size-full wp-image-10825\" src=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-dvd-samurai.jpg\" alt=\"\" width=\"1000\" height=\"282\" srcset=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-dvd-samurai.jpg 1000w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-dvd-samurai-280x79.jpg 280w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-dvd-samurai-768x217.jpg 768w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-dvd-samurai-340x96.jpg 340w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-dvd-samurai-220x62.jpg 220w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-dvd-samurai-100x28.jpg 100w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-dvd-samurai-130x37.jpg 130w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-dvd-samurai-460x130.jpg 460w\" sizes=\"(max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #800080;\">CINEMA SAMURAI (DVD)<\/span><br \/>\n<\/strong>Vers\u00e1til Digital<br \/>\n\u00c1udio japon\u00eas; legendas em portugu\u00eas.<br \/>\nNTSC P&amp;B [DVD.f 27]<\/p>\n<p>S\u00e3o uma s\u00e9rie de digistacks contendo cada um 3 DVDs que re\u00fanem 6 cl\u00e1ssicos do g\u00eanero <em>Chanbara<\/em>, em vers\u00f5es restauradas, dirigidos por cineastas consagrados como Kenji Mizoguchi, Hideo Gosha, Akira Kurosawa entre outros.<\/p>\n<p>O filme samurai \u00e9 um importante g\u00eanero no cinema japon\u00eas, estando presente nas pel\u00edculas do Jap\u00e3o durante toda a sua hist\u00f3ria cinematogr\u00e1fica. Teve seu in\u00edcio no final da d\u00e9cada de 1920, mas com a ocupa\u00e7\u00e3o americana ap\u00f3s a Segunda Guerra Mundial sofreram restri\u00e7\u00f5es por promoverem valores feudais e com o final da ocupa\u00e7\u00e3o em 1952, o filme samurai passou a representar mais de um ter\u00e7o da produ\u00e7\u00e3o anual da ind\u00fastria local. No Jap\u00e3o, esse g\u00eanero \u00e9 conhecido como<em> Jidaigeki<\/em>, que significa literalmente dramas de \u00e9poca, ou pelo seu subg\u00eanero filme <em>Chanbara<\/em>, da contra\u00e7\u00e3o onomatop\u00e9ica <em>chan-chan-bara-bara<\/em> (som das l\u00e2minas de corte), que significa luta de espadas ao estilo samurai, e na maioria das vezes, retratam o per\u00edodo Edo da hist\u00f3ria japonesa (1603-1868).<\/p>\n<p>A biblioteca da Funda\u00e7\u00e3o Jap\u00e3o em S\u00e3o Paulo possui os volumes 1, 2, 3, 5 e 6.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"img-responsive alignnone wp-image-10814\" src=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-006.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"178\" srcset=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-006.jpg 400w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-006-280x249.jpg 280w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-006-340x303.jpg 340w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-006-220x196.jpg 220w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-006-100x89.jpg 100w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/capa-006-130x116.jpg 130w\" sizes=\"(max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"color: #800080;\"><strong>ZARD Forever Best <\/strong><strong>\uff5e<\/strong><strong> 25th Anniversary <\/strong><strong>\uff5e<\/strong><\/span><strong><span style=\"color: #800080;\"> (CD)<\/span><br \/>\n<\/strong>Being, 2016. 4 discos. Em japon\u00eas [CDA P-188]<\/p>\n<p>\u00c9 um CD Box com 4 discos lan\u00e7ado em homenagem aos 25 anos da forma\u00e7\u00e3o do grupo, com seus sucessos mais significativos, como o seu primeiro single \u201cGood-by My Loneliness\u201d(1991) e seu maior sucesso Makenaide (\u8ca0\u3051\u306a\u3044\u3067) (1993), e um photobook \u201cForever Best moment \uff5eZARD Photobook\uff5e\u201d.<\/p>\n<p>Zard foi um grupo pop japon\u00eas formado em 1991 com cinco integrantes, que foram se dispersando com o tempo, restando somente a vocalista Izumi Sakai como membro constante. O grupo fez muito sucesso no Jap\u00e3o, ficando sempre entre os 10 mais vendidos pelo <em>Oricon<\/em> ranking. At\u00e9 hoje lan\u00e7aram 45 singles, que venderam mais de 17 milh\u00f5es de c\u00f3pias, e 21 \u00e1lbuns, com mais de 19 milh\u00f5es de c\u00f3pias vendidas. Zard teve muitas m\u00fasicas em trilhas sonoras de novelas japoneses e em animes. Podemos citar o primeiro single \u201cGood-bye My Loneliness\u201d que foi tema da novela <em>Kekkon no riso to genjitsu<\/em> (\u7d50\u5a5a\u306e\u7406\u60f3\u3068\u73fe\u5b9f), o single \u201cMy Friend\u201d foi o tema final do anime <em>Slam Dunk<\/em> e \u201cDon\u2019t You See!\u2019tema de encerramento de <em>Dragon Ball GT<\/em>. Sakai tamb\u00e9m escreveu para outros grupos musicais e gostava de escrever poesia. Em 2006 foi diagnosticada com c\u00e2ncer cervical e em 2007 faleceu devido a uma queda na escada do hospital onde fazia o tratamento. Sua participa\u00e7\u00e3o no grupo terminou, mas ap\u00f3s sua morte foram realizados v\u00e1rios tributos, sejam como shows ou na m\u00eddia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/destaques-da-biblioteca\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"img-responsive img-fluid size-full wp-image-14773 aligncenter\" src=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/botao-site-destaquebbca-rodape-voltar.jpg\" alt=\"\" width=\"320\" height=\"134\" srcset=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/botao-site-destaquebbca-rodape-voltar.jpg 320w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/botao-site-destaquebbca-rodape-voltar-280x117.jpg 280w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/botao-site-destaquebbca-rodape-voltar-220x92.jpg 220w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/botao-site-destaquebbca-rodape-voltar-100x42.jpg 100w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/botao-site-destaquebbca-rodape-voltar-130x54.jpg 130w\" sizes=\"(max-width: 320px) 100vw, 320px\" \/><\/a><\/p>\n<script type=\"text\/javascript\"> toolTips('.classtoolTips36','Criado em 1935 por Kan Kikuchi, ent\u00e3o editor da revista\u00a0 Bungeishunj\u016b, em mem\u00f3ria ao escritor Ry\u016bnosuke Akutagawa. \u00c9 considerado um dos mais prestigiados pr\u00eamios liter\u00e1rios japoneses.<br\/><br\/><a href=\"https:\/\/www.bunshun.co.jp\/shinkoukai\/award\/akutagawa\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">https:\/\/www.bunshun.co.jp\/shinkoukai\/award\/akutagawa\/<\/a>'); <\/script><script type=\"text\/javascript\"> toolTips('.classtoolTips76','A palavra <em><span class='tooltipsall tooltipsincontent classtoolTips76'>kami<\/span><\/em> significa \u201cm\u00edstico\u201d, \u201csuperior\u201d, \u201cdivino\u201d, estando normalmente ligada ao poder sagrado ou divino.'); <\/script><script type=\"text\/javascript\"> toolTips('.classtoolTips77','<span class=\"TextRun  BCX0 SCXW127757320\" lang=\"PT-BR\" xml:lang=\"PT-BR\" data-contrast=\"auto\"><span class=\"NormalTextRun  BCX0 SCXW127757320\"><em>Lato sensu<\/em>,\u00a0<\/span><\/span><span class=\"TextRun  BCX0 SCXW127757320\" lang=\"PT-BR\" xml:lang=\"PT-BR\" data-contrast=\"auto\"><span class=\"NormalTextRun  BCX0 SCXW127757320\">\u201cpoesia em japon\u00eas\u201d.\u00a0<\/span><\/span><span class=\"TextRun  BCX0 SCXW127757320\" lang=\"PT-BR\" xml:lang=\"PT-BR\" data-contrast=\"auto\"><span class=\"NormalTextRun  BCX0 SCXW127757320\"><em>Stricto sensu<\/em>,\u00a0<\/span><\/span><span class=\"TextRun  BCX0 SCXW127757320\" lang=\"PT-BR\" xml:lang=\"PT-BR\" data-contrast=\"auto\"><span class=\"NormalTextRun  BCX0 SCXW127757320\">o mesmo que\u00a0<\/span><\/span><span class=\"TextRun  BCX0 SCXW127757320\" lang=\"PT-BR\" xml:lang=\"PT-BR\" data-contrast=\"auto\"><em><span class=\"NormalTextRun SpellingErrorV2  BCX0 DefaultHighlightTransition SCXW127757320\"><span class='tooltipsall tooltipsincontent classtoolTips75'>tanka<\/span><\/span><\/em><span class=\"NormalTextRun  BCX0 SCXW127757320\">.<\/span><\/span>'); <\/script>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Neste m\u00eas apresentamos 3 livros, um da autora Yoko Tawada, um sobre a cidade de Tokyo na literatura e um sobre o efeito Rashomon no cinema. Al\u00e9m dos livros apresentamos tamb\u00e9m uma mang\u00e1 ambientado no Jap\u00e3o Feudal, e dois audiovisuais, um DVD com filmes de samurais e um CD de m\u00fasica popular japonesa. &nbsp; \u25cf [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":33,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"class_list":["post-10802","page","type-page","status-publish","hentry"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/10802","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/33"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10802"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/10802\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":14778,"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/10802\/revisions\/14778"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10802"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}