{"id":13517,"date":"2020-11-13T06:52:33","date_gmt":"2020-11-13T09:52:33","guid":{"rendered":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/?page_id=13517"},"modified":"2021-04-21T14:32:11","modified_gmt":"2021-04-21T17:32:11","slug":"musica-no-castelo-camilo-carrara","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/musica-no-castelo-camilo-carrara\/","title":{"rendered":"Camilo Carrara (Viol\u00e3o)"},"content":{"rendered":"<h5 style=\"text-align: right;\"><a href=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/musica-no-castelo-camilo-carrara-jap\/\">\u65e5\u672c\u8a9e<\/a> | <a href=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/musica-no-castelo-camilo-carrara-ing\/\">English<\/a> | <a href=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/musica-no-castelo-camilo-carrara-esp\/\">Espa\u00f1ol<\/a><\/h5>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Neste s\u00e9timo programa da s\u00e9rie de concertos solos \u201cM\u00fasica no Castelo\u201d, apresentaremos o viol\u00e3o, com o m\u00fasico, violonista e produtor musical Camilo Carrara, interpretando can\u00e7\u00f5es de seu consagrado trabalho \u201cCan\u00e7\u00f5es do Sol Nascente\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"img-responsive img-fluid wp-image-13522 aligncenter\" src=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/foto-site-camilo-perfil.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"349\" srcset=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/foto-site-camilo-perfil.jpg 900w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/foto-site-camilo-perfil-280x195.jpg 280w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/foto-site-camilo-perfil-768x536.jpg 768w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/foto-site-camilo-perfil-340x237.jpg 340w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/foto-site-camilo-perfil-220x154.jpg 220w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/foto-site-camilo-perfil-100x70.jpg 100w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/foto-site-camilo-perfil-130x91.jpg 130w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/foto-site-camilo-perfil-460x321.jpg 460w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>O Viol\u00e3o<br \/>\n<\/strong><\/h3>\n<p>O viol\u00e3o \u00e9 um instrumento de cordas, com uma caixa geralmente feita de madeira, que gera uma ac\u00fastica facilitando a propaga\u00e7\u00e3o do som. Em alguns pa\u00edses de l\u00edngua espanhola, \u00e9 conhecido como guitarra.<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria do viol\u00e3o nos remete a aproximadamente 2.000 a.C. Sofreu uma grande transforma\u00e7\u00e3o at\u00e9 chegar ao instrumento que conhecemos nos dias de hoje. Foi na Gr\u00e9cia, o registro do antepassado do viol\u00e3o, uma casca de tartaruga fechada com couro de boi, tendo como cordas tripas de carneiro esticadas. Esse \u00e9 o mais remoto registro do viol\u00e3o.<\/p>\n<p>Derivado do ala\u00fade \u00e1rabe, foi levado pelos mul\u00e7umanos para a pen\u00ednsula Ib\u00e9rica, adaptando-se muito bem \u00e0s atividades da corte. H\u00e1 tamb\u00e9m a hip\u00f3tese que atribui sua origem \u00e0 c\u00edtara romana, tendo seu uso expandido com a domina\u00e7\u00e3o do Imp\u00e9rio Romano.<\/p>\n<p>Outro parente \u00e9 a viola de m\u00e3o ou vihuela, um instrumento de cordas ib\u00e9rico parecido com o ala\u00fade renascentista, mas que n\u00e3o \u00e9 um antepassado da guitarra (viol\u00e3o), com a qual coexistia, embora partilhem um formato parecido.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_13536\" style=\"width: 510px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-13536\" class=\"img-responsive img-fluid wp-image-13536\" src=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/whatsapp-image-2020-11-13-at-152536.jpeg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"354\" srcset=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/whatsapp-image-2020-11-13-at-152536.jpeg 600w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/whatsapp-image-2020-11-13-at-152536-280x198.jpeg 280w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/whatsapp-image-2020-11-13-at-152536-340x241.jpeg 340w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/whatsapp-image-2020-11-13-at-152536-220x156.jpeg 220w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/whatsapp-image-2020-11-13-at-152536-100x71.jpeg 100w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/whatsapp-image-2020-11-13-at-152536-130x92.jpeg 130w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/whatsapp-image-2020-11-13-at-152536-460x326.jpeg 460w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><p id=\"caption-attachment-13536\" class=\"wp-caption-text\">Vihuela<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ao final do s\u00e9culo 16, a viola de m\u00e3o caiu em desuso e entrou na moda a guitarra barroca de cinco cordas, \u00e0 qual foram frequentes as modifica\u00e7\u00f5es para adapt\u00e1-la \u00e0s novas exig\u00eancias. Fato que possivelmente tenha influenciado para que poucas vihuelas originais tenham se conservado.<\/p>\n<p>Em 1832, Louis Panormo construiu um instrumento muito pr\u00f3ximo ao que conhecemos hoje como viol\u00e3o cl\u00e1ssico, embora menor e com cintura mais acentuada. Em 1859, o luthier espanhol Antonio de Torres Jurado criou o instrumento\u00a0que atualmente define sua hist\u00f3ria, tendo se tornado o viol\u00e3o cl\u00e1ssico.<\/p>\n<p>A primeira not\u00edcia que se tem sobre este instrumento no Brasil ocorre no s\u00e9culo 17, em S\u00e3o Paulo. A confus\u00e3o entre a viola e o viol\u00e3o come\u00e7a em meados do s\u00e9culo 19, quando a viola \u00e9 usada com uma afina\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria do viol\u00e3o, isto \u00e9, l\u00e1, r\u00e9, sol, si, mi.<\/p>\n<p>Neste contexto da coloniza\u00e7\u00e3o temos a introdu\u00e7\u00e3o da viola (instrumento de 10 ou 5 cordas duplas), trazida pelos portugueses ao Brasil. Por certo tempo, ainda houve uma confus\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o aos termos viola \/viol\u00e3o no pa\u00eds. Hoje, por\u00e9m, a discrep\u00e2ncia entre os dois instrumentos \u00e9 not\u00f3ria.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive img-fluid aligncenter wp-image-13523\" src=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/foto-site-camilo-violao.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"375\" srcset=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/foto-site-camilo-violao.jpg 1000w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/foto-site-camilo-violao-280x210.jpg 280w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/foto-site-camilo-violao-768x576.jpg 768w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/foto-site-camilo-violao-340x255.jpg 340w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/foto-site-camilo-violao-220x165.jpg 220w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/foto-site-camilo-violao-100x75.jpg 100w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/foto-site-camilo-violao-130x98.jpg 130w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/foto-site-camilo-violao-460x345.jpg 460w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A utiliza\u00e7\u00e3o do viol\u00e3o \u00e9 umas das mais diversificadas, podendo ser utilizado tanto na m\u00fasica instrumental (orquestras), quanto em acompanhamento da voz (can\u00e7\u00f5es solo). Por um per\u00edodo da hist\u00f3ria, o viol\u00e3o foi difamado, pelo fato de ser o instrumento preferido dos bo\u00eamios e seresteiros. O t\u00edtulo de \u201cinstrumento marginal\u201d, \u201ccoisa de vagabundo\u201d, no entanto, j\u00e1 foi superado.<\/p>\n<p>A m\u00fasica brasileira para viol\u00e3o tem por base a pequena obra de Heitor Villa-Lobos, importante violonista nacional. Tendo sua vida sido adaptada para o cinema (Villa-Lobos \u2013 Uma Vida de Paix\u00e3o, 2000), o m\u00fasico \u00e9 autor, entre outras obras, de 12 Estudos para Viol\u00e3o.<\/p>\n<p>O pa\u00eds cultivou sua pr\u00f3pria safra de violonistas, podendo citar, entre eles, Clementino Lisboa, que iniciou apresenta\u00e7\u00f5es de viol\u00e3o em p\u00fablico apresentando o instrumento para a elite carioca; Joaquim Santos, fundador da revista <em>O Viol\u00e3o<\/em>; An\u00edbal Sardinha, precursor da bossa-nova; Jorge do Fusa; Am\u00e9rico Jacomino; Nicanor Teixeira; entre outros.<\/p>\n<p>No Jap\u00e3o, o viol\u00e3o se tornou um instrumento bastante popular, muito utilizado tanto na m\u00fasica erudita como na popular japonesa. Vale lembrar o belo trabalho de luteria desenvolvido por japoneses, que hoje contam com grandes nomes no cen\u00e1rio musical mundial.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>Camilo Carrara<\/strong><\/h3>\n<p>Diretor e produtor musical, violonista, multi-instrumentista, arranjador, compositor, professor e consultor de sound branding (identidade sonora das marcas). Bacharel pelo Departamento de M\u00fasica da ECA-USP e especialista em Gest\u00e3o de Marketing Estrat\u00e9gico com MBA pela FEA-USP. Professor de viol\u00e3o do Nacional Music Festival, em Maryland (Estados Unidos) e do Departamento de M\u00fasica da Faculdade Cantareira, em S\u00e3o Paulo. Sua discografia consiste em mais de 80 CDs, entre colabora\u00e7\u00f5es e trabalhos solo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"img-responsive img-fluid aligncenter wp-image-13521\" src=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/foto-site-camilo-2-tiago-sormani.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"347\" srcset=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/foto-site-camilo-2-tiago-sormani.jpg 1000w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/foto-site-camilo-2-tiago-sormani-280x194.jpg 280w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/foto-site-camilo-2-tiago-sormani-768x532.jpg 768w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/foto-site-camilo-2-tiago-sormani-340x236.jpg 340w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/foto-site-camilo-2-tiago-sormani-220x152.jpg 220w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/foto-site-camilo-2-tiago-sormani-100x69.jpg 100w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/foto-site-camilo-2-tiago-sormani-130x90.jpg 130w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/foto-site-camilo-2-tiago-sormani-460x319.jpg 460w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>As m\u00fasicas<\/strong><\/h3>\n<p>A ideia de gravar um CD com m\u00fasicas japonesas nasceu em janeiro de 2002, em Po\u00e7os de Caldas-MG. Havia sido convidado por meu amigo F\u00e1bio Zanon para trabalhar como seu assistente no III Festival M\u00fasica nas Montanhas. Durante o festival, ouvi pela primeira vez um arranjo de uma can\u00e7\u00e3o japonesa feito para viol\u00e3o solo. Era um arranjo de <em>Sakura<\/em>, can\u00e7\u00e3o tradicional composta no final do s\u00e9culo XIX. Fiquei realmente impressionado &#8211; a atmosfera criada pelo casamento daquela melodia com a sonoridade do viol\u00e3o me seduziu. Por um bom tempo, aquele som n\u00e3o saiu da minha cabe\u00e7a.<\/p>\n<p>De volta a S\u00e3o Paulo, revirei a cidade atr\u00e1s de partituras de m\u00fasicas japonesas e pouco encontrei. Depois de muita pesquisa, ganhei de presente, do amigo Akira Joko, uma colet\u00e2nea de can\u00e7\u00f5es trazidas diretamente do Jap\u00e3o. O livro, totalmente escrito em japon\u00eas, apresentava 189 melodias cifradas. No mesmo dia, iniciei o trabalho de ler, uma a uma, as melodias do \u00e1lbum, selecionando as que mais me tocavam. Passados alguns meses, resolvi fazer um teste: marquei um hor\u00e1rio no est\u00fadio e gravei, de improviso, v\u00e1rias das can\u00e7\u00f5es escolhidas. Nessa \u00e9poca, estava pesquisando um tipo de afina\u00e7\u00e3o alternativa para um dos meus viol\u00f5es. Misturei encordoamentos de a\u00e7o e nylon e afinei o instrumento dois tons abaixo da afina\u00e7\u00e3o usual. A solu\u00e7\u00e3o me surpreendeu e aproveitei para utilizar nas grava\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Para fazer a grava\u00e7\u00e3o, selecionei 24 melodias entre cantigas infantis, can\u00e7\u00f5es de lembran\u00e7as, can\u00e7\u00f5es de estudantes e can\u00e7\u00f5es folcl\u00f3ricas. S\u00e3o can\u00e7\u00f5es que os japoneses gostariam que fossem cantadas por gera\u00e7\u00f5es seguidas e que permanecessem no cora\u00e7\u00e3o do povo atrav\u00e9s dos s\u00e9culos. Parte delas \u00e9 utilizada nas escolas com o intuito de auxiliar na forma\u00e7\u00e3o dos estudantes. Temas como a lua, o mar, a noite, as quatro esta\u00e7\u00f5es, a terra natal, entre muitos outros, s\u00e3o cantados n\u00e3o apenas por professores, mas tamb\u00e9m por pais e av\u00f3s, ajudando a manter a tradi\u00e7\u00e3o musical nos lares do pa\u00eds do sol nascente.<\/p>\n<p>A op\u00e7\u00e3o pela escolha da \u201cCan\u00e7\u00e3o\u201d, enquanto g\u00eanero musical, privilegiou um diferencial: a utiliza\u00e7\u00e3o de melodias compostas originalmente para serem cantadas. A ess\u00eancia da \u201cCan\u00e7\u00e3o\u201d est\u00e1 na alquimia necess\u00e1ria para a fus\u00e3o entre melodia e texto. Por conta dessa uni\u00e3o e de fatores t\u00e9cnicos, como a pequena extens\u00e3o do aparelho vocal humano, por exemplo, \u00e9 not\u00f3ria a diferen\u00e7a entre a melodia de uma can\u00e7\u00e3o e uma melodia composta para outro instrumento que n\u00e3o seja a voz. Valendo-me desse diferencial mel\u00f3dico, procurei, atrav\u00e9s dos arranjos, traduzir de forma mais direta, sem a interfer\u00eancia do texto, as qualidades caracter\u00edsticas de cada m\u00fasica.<\/p>\n<blockquote><p>&#8220;A composi\u00e7\u00e3o japonesa \u00e9 relativamente pouco conhecida pelo nosso p\u00fablico em geral, estando mais restrita ao ambiente da comunidade nip\u00f4nica no pa\u00eds. Espero, atrav\u00e9s desta leitura muito particular, poder contribuir de alguma forma para a divulga\u00e7\u00e3o e perpetua\u00e7\u00e3o desse admir\u00e1vel repert\u00f3rio.&#8221;<\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>O Programa<\/strong><\/h3>\n<p><span style=\"color: #666699;\"><strong><em>1 &#8211; Momiji<\/em><\/strong> <\/span>(T. Takano\/T. Okano)<br \/>\nFolha de outono<\/p>\n<p><span style=\"color: #666699;\"><em><strong>2 &#8211; Medakano gakkou<\/strong><\/em><\/span> (S. Chaki\/Y. Nakada)<br \/>\nEscola de peixes pequenos<\/p>\n<p><span style=\"color: #666699;\"><em><strong>3 &#8211; Sato no aki<\/strong><\/em><\/span> (N. Saito\/M. Uminuma)<br \/>\nOutono no campo<\/p>\n<p><span style=\"color: #666699;\"><em><strong>4 &#8211; Yuricago no uta<\/strong><\/em><\/span> (H. Kitahara\/S. Kusakawa)<br \/>\nCan\u00e7\u00e3o do ber\u00e7o<\/p>\n<p><span style=\"color: #666699;\"><em><strong>5 &#8211; Kono michi<\/strong><\/em><\/span> (T. Takano\/T. Okano)<br \/>\nEste caminho<\/p>\n<p><span style=\"color: #666699;\"><em><strong>6 &#8211; Kojo no tsuki<\/strong> <\/em><\/span>(B. Doir\/R. Taki)<br \/>\nLuar sobre castelo em ru\u00ednas<\/p>\n<p><span style=\"color: #666699;\"><em><strong>7 &#8211; Haha no uta<\/strong><\/em><\/span> (Y. Nogami\/K. Simofusa)<br \/>\nCan\u00e7\u00e3o da mam\u00e3e<\/p>\n<p><span style=\"color: #666699;\"><em><strong>8 &#8211; Akatombo<\/strong> <\/em><\/span>(R. Miki\/K. Yamada)<br \/>\nLib\u00e9lulas ao entardecer<\/p>\n<p><span style=\"color: #666699;\"><em><strong>9 &#8211; Sakura sakura<\/strong><\/em><\/span> (tradicional)<br \/>\nCerejeiras em flor<\/p>\n<p><span style=\"color: #666699;\"><em><strong>10 &#8211; Sunayama<\/strong><\/em> <\/span>(H. Kitahara\/S. Nakayama)<br \/>\nDunas<\/p>\n<p><span style=\"color: #666699;\"><em><strong>11 &#8211; Nanatsu no ko<\/strong><\/em><\/span> (U. Noguchi\/N. Motoi)<br \/>\nSete filhotes<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4 style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=EYCCgrk9aSo\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Assista a apresenta\u00e7\u00e3o do Camilo Carrara no projeto M\u00fasica no Castelo.<\/strong><\/a><\/h4>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"img-responsive img-fluid aligncenter wp-image-13520\" src=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/foto-site-camilo-1-tiago-sormani.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"347\" srcset=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/foto-site-camilo-1-tiago-sormani.jpg 1000w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/foto-site-camilo-1-tiago-sormani-280x194.jpg 280w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/foto-site-camilo-1-tiago-sormani-768x532.jpg 768w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/foto-site-camilo-1-tiago-sormani-340x236.jpg 340w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/foto-site-camilo-1-tiago-sormani-220x152.jpg 220w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/foto-site-camilo-1-tiago-sormani-100x69.jpg 100w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/foto-site-camilo-1-tiago-sormani-130x90.jpg 130w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/foto-site-camilo-1-tiago-sormani-460x319.jpg 460w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3 style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/agenda\/musica-no-castelo\/\"><strong>M\u00fasica no Castelo<\/strong><\/a><\/h3>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u65e5\u672c\u8a9e | English | Espa\u00f1ol &nbsp; Neste s\u00e9timo programa da s\u00e9rie de concertos solos \u201cM\u00fasica no Castelo\u201d, apresentaremos o viol\u00e3o, com o m\u00fasico, violonista e produtor musical Camilo Carrara, interpretando can\u00e7\u00f5es de seu consagrado trabalho \u201cCan\u00e7\u00f5es do Sol Nascente\u201d. &nbsp; &nbsp; O Viol\u00e3o O viol\u00e3o \u00e9 um instrumento de cordas, com uma caixa geralmente feita [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":33,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"class_list":["post-13517","page","type-page","status-publish","hentry"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/13517","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/33"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13517"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/13517\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16301,"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/13517\/revisions\/16301"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13517"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}