{"id":13625,"date":"2020-11-25T08:30:47","date_gmt":"2020-11-25T11:30:47","guid":{"rendered":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/?page_id=13625"},"modified":"2020-11-25T09:14:09","modified_gmt":"2020-11-25T12:14:09","slug":"traducaoemfoco_jaqueline_nabeta_entrelinhas_da_traducao","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/traducaoemfoco_jaqueline_nabeta_entrelinhas_da_traducao\/","title":{"rendered":"Jaqueline Mami Nabeta &#8211; As entrelinhas da tradu\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<h5 style=\"text-align: right\"><a href=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/traducaoemfoco\/\">Tradu\u00e7\u00e3o em Foco<\/a> &gt; As entrelinhas da tradu\u00e7\u00e3o<\/h5>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"img-responsive img-fluid alignnone size-full wp-image-13626\" src=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/banner-site-07.jpg\" alt=\"\" width=\"2501\" height=\"447\" srcset=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/banner-site-07.jpg 2501w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/banner-site-07-280x50.jpg 280w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/banner-site-07-768x137.jpg 768w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/banner-site-07-1536x275.jpg 1536w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/banner-site-07-2048x366.jpg 2048w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/banner-site-07-340x61.jpg 340w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/banner-site-07-220x39.jpg 220w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/banner-site-07-100x18.jpg 100w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/banner-site-07-130x23.jpg 130w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/banner-site-07-460x82.jpg 460w\" sizes=\"(max-width: 2501px) 100vw, 2501px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Feito o introito, gostaria de comentar a gesta\u00e7\u00e3o da obra em portugu\u00eas a partir do ponto de vista comentado anteriormente.<\/p>\n<p><em>Confiss\u00f5es de uma m\u00e1scara<\/em> \u00e9 o primeiro romance de sucesso de Yukio Mishima, publicado em 1949, quando o autor tinha apenas vinte e quatro anos de idade. Narrado em primeira pessoa, tem riqueza de elementos autobiogr\u00e1ficos. Conta a inf\u00e2ncia e juventude do personagem principal, Koo, fase da vida em que descobre suas inclina\u00e7\u00f5es homossexuais.<\/p>\n<p>O romance se abre com um trecho de <em>Os<\/em> <em>irm\u00e3os Karamazov<\/em> de Dostoi\u00e9vski, j\u00e1 dando mostra do profundo conhecimento do escritor da literatura ocidental. Conhecimento que se soma ao que tinha do Jap\u00e3o cl\u00e1ssico, considerado superior a de seus contempor\u00e2neos.<\/p>\n<p>Logo de in\u00edcio compreendi que o trabalho de pesquisa seria \u00e1rduo. Pesquisa que \u00e9 feita n\u00e3o somente para se obter informa\u00e7\u00e3o sobre a obra, o autor citado e, portanto, para que o tradutor tenha melhor embasamento para trabalhar, mas tamb\u00e9m por causa de uma ordem mais pr\u00e1tica: a grafia correta desses nomes. Porque quem conhece a l\u00edngua japonesa deve saber que as palavras de origem estrangeira s\u00e3o escritas em <em>katakana<\/em>, o que dificulta muito a identifica\u00e7\u00e3o da grafia original.<\/p>\n<p>E as cita\u00e7\u00f5es continuam: Andersen, Huysmans, Wilde, Whitman, Stephan Zweig e n\u00e3o somente escritores e poetas mas, por exemplo, Hirschfeld, m\u00e9dico e sex\u00f3logo, e a famosa pintura de S\u00e3o Sebasti\u00e3o de Guido Reni.<\/p>\n<p>Pintura essa que provocou a antol\u00f3gica cena da primeira ejacula\u00e7\u00e3o do personagem principal. Sem d\u00favida fui em busca da pintura a fim de tamb\u00e9m me munir para a tradu\u00e7\u00e3o do poema em prosa que o protagonista escreve, anos depois, em homenagem ao santo.<\/p>\n<p>Particularmente falando, este poema \u00e9 um dos trechos do livro que mais me comoveu pelo lirismo, pela poesia que \u00e9 inata em Mishima, apesar de muitas vezes ficar camuflada pelo seu ceticismo.<\/p>\n<blockquote><p>Certo dia, avistei da janela da sala de aula uma \u00e1rvore n\u00e3o muito alta que balan\u00e7ava ao sabor do vento. \u00c0 medida que a observava, meu peito ia se inquietando. Era uma \u00e1rvore bel\u00edssima. Erguia-se sobre a relva como um perfeito tri\u00e2ngulo arredondado; os diversos galhos, que se estendiam em simetria, como um candelabro, sustentavam folhas verdes e aparentemente pesadas, e sob a folhagem mostrava-se um tronco inabal\u00e1vel, feito um carrancudo pedestal de \u00e9bano. (&#8230;) \u201cN\u00e3o foi essa \u00e1rvore?\u201d, perguntei-me de repente. \u201cAquela em que o jovem santo foi amarrado com as m\u00e3os para tr\u00e1s, em cujo tronco seu sangue puro verteu como got\u00edculas ap\u00f3s a chuva? (&#8230;)\u201d (&#8230;) Era de uma arrog\u00e2ncia encantadora. Levava no elmo um l\u00edrio branco, oferecido todas as manh\u00e3s pelas donzelas da cidade. Enquanto descansava de intensos treinamentos, a flor acompanhava as curvas de seus cabelos viris, e a forma graciosa como pendia lembrava a nuca de um cisne. (&#8230;)<strong><br \/>\n<\/strong>(MISHIMA, 2004, p. 39 &#8211; 40)<\/p><\/blockquote>\n<p>Por outro lado, tive que, obviamente, pesquisar alguns nomes de personalidades contempor\u00e2neas ao escritor e de personagens, por exemplo, de pe\u00e7a de <em>kabuki<\/em>.<\/p>\n<blockquote><p>A noite ergueu sua cortina bem diante dos meus olhos. No palco, Shokyokusai Tenkatsu.* (&#8230;)<strong><br \/>\n<\/strong>(MISHIMA, 2004, p. 19)<\/p>\n<p>Bem sabia eu que, no quarto das criadas, ele as divertia com imita\u00e7\u00f5es da princesa Yaegaki.*<strong><br \/>\n<\/strong>(MISHIMA, 2004, p. 22)<\/p><\/blockquote>\n<p>Aproveitando os trechos mencionados, gostaria de falar sobre notas de rodap\u00e9. Nesses dois casos, optei por us\u00e1-las para auxiliar o leitor na contextualiza\u00e7\u00e3o. Por vezes, preferi deixar algumas palavras no original em japon\u00eas e lan\u00e7ar m\u00e3o desse recurso para manter o contexto temporal da obra, mesmo porque n\u00e3o h\u00e1 sin\u00f4nimos em portugu\u00eas.<\/p>\n<blockquote><p>O fato \u00e9 que, mais tarde, esses mesmos sentimentos se transferiram para os condutores de <em>hana-densha<\/em>* (&#8230;)<strong><br \/>\n<\/strong>(MISHIMA, 2004, p. 14)<\/p><\/blockquote>\n<p>Alguns editores, por\u00e9m, n\u00e3o gostam muito das notas de rodap\u00e9 do tradutor (risos). Mas \u00e9 compreens\u00edvel tal desapre\u00e7o, de outra forma, dependendo do que est\u00e1 sendo traduzido, poder\u00e1 haver mais notas de rodap\u00e9 do que o pr\u00f3prio texto traduzido. Nesse caso, \u00e9 o bom senso do tradutor que deve ser posto em a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<blockquote><p>Em seguida passou o <em>jicho<\/em>,* carregando a urna de oferendas enfeitada com o <em>shimenawa<\/em>, o cord\u00e3o sagrado que impede a entrada de impurezas em lugares santos.<strong><br \/>\n<\/strong>(MISHIMA, 2004, p. 30)<\/p><\/blockquote>\n<p>Esse trecho ilustra bem o que foi comentado anteriormente. A palavra <em>jicho<\/em> recebeu a nota de rodap\u00e9, mas para que n\u00e3o ficassem duas em seguida, a explica\u00e7\u00e3o de <em>shimenawa<\/em> foi incorporada ao texto, um recurso muito utilizado nas tradu\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Retomando a quest\u00e3o das imagens mentais que n\u00f3s leitores criamos quando lemos uma obra liter\u00e1ria, s\u00e3o v\u00e1rias as que ainda hoje brotam do meu subconsciente. A famosa cena do banquete antropof\u00e1gico certamente \u00e9 uma delas. Mas aqui gostaria de comentar sobre uma outra \u2013 a passagem do <em>omikoshi<\/em>, bem em frente da resid\u00eancia do protagonista, durante as festividades de ver\u00e3o.<\/p>\n<blockquote><p>(&#8230;) aproximou-se o majestoso <em>omikoshi<\/em> em preto e dourado, o principal santu\u00e1rio da prociss\u00e3o. Mesmo de certa dist\u00e2ncia j\u00e1 se avistava a f\u00eanix no topo, balan\u00e7ando radiante de um lado para o outro, como um p\u00e1ssaro que flutua ao sabor das ondas, ao som ritmado dos gritos daqueles que o traziam. (&#8230;) O <em>omikoshi<\/em> estava bem diante de nossos olhos. Os jovens, vestidos com o mesmo tipo de <em>yukata<\/em>,* que revelava seus corpos quase por inteiro, agitavam-no sem cessar, como se o pr\u00f3prio santu\u00e1rio cambaleasse embriagado. Pernas embara\u00e7avam-se, os olhos n\u00e3o pareciam enxergar coisas deste mundo. Um rapaz, carregando um enorme leque, corria ao redor do grupo e o incitava com gritos maravilhosamente estridentes. \u00c0s vezes, o<em> omikoshi<\/em> pendia vacilante para um lado. E ent\u00e3o, mais uma vez, brados ensandecidos o reerguiam.<strong><br \/>\n<\/strong>(MISHIMA, 2004, p. 30, 31)<\/p><\/blockquote>\n<p>Quando li esse trecho no original, me vi no meio da prociss\u00e3o, sendo sugada por essa energia ao mesmo tempo sagrada e profana. E me empenhei para que o leitor em portugu\u00eas pudesse sentir essa mesma vibra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ali\u00e1s, com essa cena o narrador encerra os relatos de sua inf\u00e2ncia. O grupo de jovens que carregava o <em>omikoshi<\/em> acaba invadindo o jardim de sua casa, pisoteando tudo \u2013 como se lhe descerrasse os port\u00f5es para novas descobertas de seu eu, para novos palcos onde teria que atuar al\u00e9m do sagrado c\u00edrculo familiar.<\/p>\n<blockquote><p>Aproximava-se, pois, a hora de eu partir para a vida, fosse como fosse. (&#8230;)<strong><br \/>\n<\/strong>(MISHIMA, 2004, p. 87)<\/p><\/blockquote>\n<p>Uma dificuldade que sinto quando traduzo textos em japon\u00eas s\u00e3o os per\u00edodos longos. Aqueles compostos por v\u00e1rias ora\u00e7\u00f5es e que s\u00e3o um tanto permiss\u00edveis e comuns em textos escritos em japon\u00eas. Em portugu\u00eas, no entanto, d\u00e1-se prefer\u00eancia aos per\u00edodos curtos.<\/p>\n<blockquote><p>Para um menino da minha idade, parecia peculiar que me faltasse o interesse pela \u201climpeza moral\u201d, ou seja, que carecesse do talento psicol\u00f3gico para o \u201cautocontrole\u201d. Isso talvez se justificasse pelo fato de minha curiosidade demasiado intensa n\u00e3o permitir que eu me voltasse para o interesse moral, mas o fato que essa curiosidade assemelhava-se tamb\u00e9m ao anseio desesperan\u00e7ado pelo mundo exterior de um convalescente de longa data, ao mesmo tempo que se entrela\u00e7ava de forma inextric\u00e1vel \u00e0 cren\u00e7a no imposs\u00edvel.<strong><br \/>\n<\/strong>(MISHIMA, 2004, p. 92)<\/p><\/blockquote>\n<p>No original, o trecho acima consiste de um \u00fanico per\u00edodo, o qual dividi em dois. O conhecimento da an\u00e1lise sint\u00e1tica (felizmente adorava an\u00e1lise sint\u00e1tica na \u00e9poca de estudante!) pode ser uma ferramenta importante para o tradutor no momento de decidir onde dividir o per\u00edodo sem que comprometa seu sentido \u00a0\u2013 verificar o que se relaciona com o que, se \u00e9 uma ora\u00e7\u00e3o subordinada adjetiva, por exemplo, a qual est\u00e1 qualificando o que ou quem, etc.<\/p>\n<p>Por comprometer o sentido inclui-se tamb\u00e9m a inten\u00e7\u00e3o do autor de escrever utilizando-se de per\u00edodos longos: a dita sintaxe \u201cantenada\u201d, com muitas ora\u00e7\u00f5es coordenadas e\/ou subjuntivas, \u00e9 uma maneira de expor o conflito interior do personagem. Ali\u00e1s, em Mishima e, em peculiar nesta obra, n\u00e3o h\u00e1 solu\u00e7\u00e3o para esse conflito, a confiss\u00e3o n\u00e3o remete ao perd\u00e3o, ao inv\u00e9s, permanece na penit\u00eancia que des\u00e1gua sempre num vazio.<\/p>\n<p>Quantas n\u00e3o foram as vezes que \u201cbriguei\u201d com ele \u2013 por que tem que escrever por linhas t\u00e3o tortuosas? Por que n\u00e3o consegue ir direto ao ponto?<\/p>\n<p>\u201c\u00c9, no entanto, somente gra\u00e7as ao escritor que podemos ouvir sua voz por dentro e o rumor do pr\u00f3prio sangue.\u201d (YOURCENAR, 2013, p. 11)<\/p>\n<p>Por \u00faltimo, gostaria de comentar sobre a quest\u00e3o da tradu\u00e7\u00e3o da tradu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Como mencionei anteriormente, se tradu\u00e7\u00e3o \u00e9 criar, gerar uma obra da l\u00edngua de partida para a de chegada, ent\u00e3o, a tradu\u00e7\u00e3o de uma tradu\u00e7\u00e3o \u00e9 uma \u201ccria\u00e7\u00e3o ao quadrado\u201d. Confuso, mas devem concordar comigo que \u00e9 sempre prefer\u00edvel, na medida do poss\u00edvel, traduzir a partir do texto original. Algumas sutilezas podem se perder nesse processo devido ao distanciamento do texto original.<\/p>\n<p>At\u00e9 algum tempo, era muito comum que obras liter\u00e1rias japonesas fossem traduzidas de tradu\u00e7\u00f5es em ingl\u00eas, talvez pela dificuldade que havia em se encontrar profissionais que pudessem fazer do original.<\/p>\n<p>Foi o que aconteceu com <em>Confiss\u00f5es de uma m\u00e1scara<\/em>: a primeira tradu\u00e7\u00e3o para o portugu\u00eas foi feita da obra em ingl\u00eas.<\/p>\n<p>Juntamente com o romance em japon\u00eas, a editora me emprestou as edi\u00e7\u00f5es em ingl\u00eas e essa em portugu\u00eas. \u00c9 muito comum que tradu\u00e7\u00f5es em outras l\u00ednguas, quando houver, sejam usadas para refer\u00eancias.<\/p>\n<p>Gostaria de ilustrar com um trecho sobre o que comentei acima.<\/p>\n<blockquote><p>(&#8230;) N\u00e3o era express\u00e3o de hostilidade nem de \u00f3dio, mas de algo imaculado, intenso, que vibrava em seu rosto como a corda de um arco.<strong><br \/>\n<\/strong>(MISHIMA, 2004, p. 59)<\/p><\/blockquote>\n<p>No original em japon\u00eas, \u201ca corda de um arco\u201d \u00e9 <em>yuzuru<\/em> (\u5f13\u5f26).<\/p>\n<p>A palavra correspondente em ingl\u00eas \u00e9 <em>bowstring<\/em>.<\/p>\n<blockquote><p>(&#8230;) An immaculate, fierce something, neither hostility nor hatred, was vibrating there like a bowstring.<strong><br \/>\n<\/strong>(MISHIMA, 1970, p. 70)<\/p><\/blockquote>\n<p>E, por alguma raz\u00e3o, na tradu\u00e7\u00e3o em portugu\u00eas feita do ingl\u00eas ficou como \u201carco-\u00edris\u201d.<\/p>\n<blockquote><p>(&#8230;) Alguma coisa imaculada, selvagem, nem hostilidade, nem \u00f3dio, vibrava ali como um arco-\u00edris.<br \/>\n(MISHIMA, 1976, p. 52)<\/p><\/blockquote>\n<p>Certamente o tradutor confundiu<em> bowstring<\/em> com <em>rainbow.<\/em><\/p>\n<p>Foi a primeira vez que sorri, desde que come\u00e7ara minha gesta\u00e7\u00e3o que durou \u00a0cerca de dez meses.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong><a href=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/traducaoemfoco_driksada_regentes_traducao\/\">&lt;&lt; 3. O trabalho do tradutor<\/a>\u00a0 \/\/\u00a0 <a href=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/traducaoemfoco_jaqueline_nabeta_palavras_finais\/\">5. Palavras finais &gt;&gt;<\/a><\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/traducaoemfoco_jaqueline_nabeta\/\">1\u00a0<\/a>\u30fb\u00a0<a href=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/traducaoemfoco_jaqueline_nabeta_mishima_brasil\/\"> 2<\/a> \u30fb <a href=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/traducaoemfoco_jaqueline_nabeta_trabalho_do_tradutor\/\">3<\/a> \u30fb <strong>[ 4 ]<\/strong>\u30fb <a href=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/traducaoemfoco_jaqueline_nabeta_palavras_finais\/\">5<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 style=\"text-align: left\"><span style=\"color: #000000\">*Os usos de imagens e conte\u00fados desta p\u00e1gina s\u00e3o exclusivamente para fins educacionais e de divulga\u00e7\u00e3o de cultura japonesa, sem fins comerciais.<\/span><\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tradu\u00e7\u00e3o em Foco &gt; As entrelinhas da tradu\u00e7\u00e3o &nbsp; Feito o introito, gostaria de comentar a gesta\u00e7\u00e3o da obra em portugu\u00eas a partir do ponto de vista comentado anteriormente. 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