{"id":17049,"date":"2021-06-28T16:24:24","date_gmt":"2021-06-28T19:24:24","guid":{"rendered":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/?page_id=17049"},"modified":"2021-07-14T12:11:28","modified_gmt":"2021-07-14T15:11:28","slug":"destaques-da-biblioteca-junho-2021","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/destaques-da-biblioteca-junho-2021\/","title":{"rendered":"DESTAQUES DA BIBLIOTECA \u2013 Junho\/2021"},"content":{"rendered":"<p>No m\u00eas de junho comemoramos 113 anos da imigra\u00e7\u00e3o japonesa no Brasil, e aproveitando esse fato destacaremos alguns livros do nosso acervo que trazem esse tema, seja em forma de narrativa biogr\u00e1fica, seja em forma de romances e contos.<\/p>\n<p>Nossa sugest\u00e3o de leitura \u00e9 um romance nipo-brasileiro que aborda o tema da imigra\u00e7\u00e3o tanto para o Brasil como para o Jap\u00e3o.<\/p>\n<p>A imigra\u00e7\u00e3o japonesa no Brasil teve seu in\u00edcio oficial em 18 de junho de 1908 com a chegada do navio japon\u00eas <em>Kasato Maru, <\/em>que havia partido do porto de Kobe com 781 imigrantes, ao porto de Santos e em 1910 chegava o segundo grupo de imigrantes, mais de 906 trabalhadores, no navio <em>Ryojun Maru<\/em>. Todos foram direcionados \u00e0s fazendas de caf\u00e9 paulistas. A maior parte dos imigrantes tinha a pretens\u00e3o de enriquecer no Brasil e retornar para o Jap\u00e3o ap\u00f3s poucos anos, o que n\u00e3o aconteceu. Muitos desistiram de permanecer nelas devido \u00e0s dificuldades de adapta\u00e7\u00e3o proporcionadas pelo n\u00e3o entendimento do idioma, pela falta de infraestrutura e pela diferen\u00e7a de costumes. Entretanto, atrav\u00e9s de um sistema chamado \u201clavoura de parceria\u201d em contrato com um propriet\u00e1rio de terras, muitos japoneses conseguiram economizar e comprar seu primeiro peda\u00e7o de terra. Em 1914, o governo de S\u00e3o Paulo interrompeu a contrata\u00e7\u00e3o de imigrantes, estima-se que a popula\u00e7\u00e3o japonesa no Brasil era de 10 mil pessoas. Em 2008, s\u00f3 o estado de S\u00e3o Paulo somava 1,3 milh\u00e3o de <em>nikkeis<\/em> (japoneses e seus descendentes) e no pa\u00eds todo, eram 2 milh\u00f5es. A cultura japonesa j\u00e1 est\u00e1 integrada ao cotidiano da maioria dos brasileiros.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.ndl.go.jp\/brasil\/pt\/greetings.html\">https:\/\/www.ndl.go.jp\/brasil\/pt\/greetings.html<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.museudaimigracao.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.museudaimigracao.org.br\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.bunkyo.org.br\/br\/museu-historico\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.bunkyo.org.br\/br\/museu-historico\/<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h1><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>\u25cf <\/strong><strong>LIVROS<\/strong><\/span><\/h1>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"img-responsive img-fluid wp-image-17050\" src=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p001.jpg\" alt=\"\" width=\"330\" height=\"490\" srcset=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p001.jpg 900w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p001-280x415.jpg 280w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p001-768x1139.jpg 768w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p001-340x504.jpg 340w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p001-220x326.jpg 220w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p001-100x148.jpg 100w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p001-130x193.jpg 130w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p001-460x682.jpg 460w\" sizes=\"(max-width: 330px) 100vw, 330px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"color: #000080;\"><strong>Viajantes do Sol Nascente: hist\u00f3rias dos imigrantes japoneses<br \/>\n<\/strong><\/span>Jhony Arai<br \/>\nEditora Gar\u00e7oni, 2003.<br \/>\nEm portugu\u00eas.<br \/>\nISBN 85-89996-06-9<br \/>\n[325.252 Ar]<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.amazon.com.br\/Viajantes-Sol-Nascente-Jhoni-Arai\/dp\/8589996069\/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;dchild=1&amp;keywords=viajantes+do+sol&amp;qid=1622496192&amp;s=books&amp;sr=1-1\">Viajantes do Sol Nascente | Amazon.com.br<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os pioneiros imigrantes japoneses vieram ao Brasil com a esperan\u00e7a de chegar em uma terra promissora, que compensava a tristeza de deixar para tr\u00e1s a fam\u00edlia, as origens, os costumes e as tradi\u00e7\u00f5es de uma cultura milenar.<\/p>\n<p>As vidas das 15 pessoas retratadas neste livro seguem uma linha do tempo que se inicia no dia 18 de junho de 1908, quando o navio <em>Kasato Maru<\/em> aportou no porto de Santos com as primeiras fam\u00edlias de imigrantes japoneses at\u00e9 os dias atuais com seus descendentes. \u00a0Atrav\u00e9s de depoimentos emocionantes, o livro mostra o caminho longo e \u00e1rduo que eles percorreram desde o in\u00edcio dif\u00edcil nas fazendas de caf\u00e9 com a dureza da colheita, na moradia prec\u00e1ria, na quase comunica\u00e7\u00e3o imposs\u00edvel pelos idiomas t\u00e3o diferentes e nos costumes opostos em tudo. Seguindo pela Segunda Guerra Mundial onde o governo brasileiro endureceu as san\u00e7\u00f5es contra os japoneses que ficaram proibidos de viajar sem salvo-conduto, participar de reuni\u00f5es e falar em japon\u00eas publicamente. O surgimento de organiza\u00e7\u00f5es terroristas que n\u00e3o aceitavam a derrota do Jap\u00e3o na guerra, a desist\u00eancia do sonho de voltar \u00e0 terra natal e a resolu\u00e7\u00e3o de morar definitivamente no Brasil. Com a recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica do Jap\u00e3o, passou-se a recrutar m\u00e3o-de-obra estrangeira para executar servi\u00e7os pesados que os nativos n\u00e3o aceitavam fazer. Ent\u00e3o em 1990 teve in\u00edcio oficialmente o fen\u00f4meno decass\u00e9gui, com a entrada maci\u00e7a de descendentes com o mesmo sonho dos primeiros imigrantes que chegaram ao Brasil, ficar pouco tempo, juntar dinheiro e retornar \u00e0 terra natal.<\/p>\n<h4><strong>Sobre o autor:<\/strong><\/h4>\n<p>Jhony Arai \u00e9 jornalista, nasceu em Biritiba Mirim, S\u00e3o Paulo, em 1973. Na \u00e9poca era editor-chefe da revista Made in Japan, sobre cultura japonesa no Brasil, e do Jornal tudo Bem, direcionado aos brasileiros que moram no Jap\u00e3o. Durante dois anos morou em T\u00f3quio, onde trabalhou como rep\u00f3rter da revista e do jornal.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive img-fluid alignnone wp-image-17051\" src=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p002.jpg\" alt=\"\" width=\"330\" height=\"512\" srcset=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p002.jpg 600w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p002-280x434.jpg 280w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p002-340x527.jpg 340w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p002-220x341.jpg 220w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p002-100x155.jpg 100w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p002-130x202.jpg 130w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p002-460x713.jpg 460w\" sizes=\"(max-width: 330px) 100vw, 330px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"color: #000080;\"><strong>Retratos Japoneses no Brasil: literatura mesti\u00e7a<br \/>\n<\/strong><\/span>Organiza\u00e7\u00e3o de Mar\u00edlia Kubota.<br \/>\nAnnablume, 2010.<br \/>\nEm portugu\u00eas.<br \/>\nISBN 978-85-63141-12-5<br \/>\n[869.3 Re]<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.amazon.com.br\/Retratos-Japoneses-Brasil-Marilia-Kubota\/dp\/8563141120\/ref=sr_1_2?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;dchild=1&amp;keywords=retratos+japoneses&amp;qid=1622482303&amp;s=books&amp;sr=1-2\">Retratos Japoneses No Brasil | Amazon.com.br<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O projeto do livro foi inspirado na s\u00e9rie de reportagens \u201cRetratos Japoneses: Cr\u00f4nicas da Vida P\u00fablica e Privada\u201d, escrita pelo americano Donald Ritchie. \u00c9 uma amostra da literatura feita pelos <em>nikkeis<\/em>, imigrantes japoneses e seus descendentes que nasceram fora do Jap\u00e3o, carregadas das experi\u00eancias da imigra\u00e7\u00e3o e da descend\u00eancia. O tema que une estes contos e cr\u00f4nicas \u00e9 o amor em suas variadas formas. A forte afei\u00e7\u00e3o por outra pessoa, afei\u00e7\u00e3o nascida dos la\u00e7os de consanguinidade ou das rela\u00e7\u00f5es sociais. Mem\u00f3ria, fic\u00e7\u00e3o, tristeza, riso, ternura, tudo misturado. S\u00e3o dez autores diferentes em muitos aspectos (idade, g\u00eanero, jeito de pensar o mundo), reunidos aqui n\u00e3o s\u00f3 pela conting\u00eancia da imigra\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m pela conting\u00eancia da imagina\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria.<\/p>\n<p>Adalgisa Naraoka e Tereza Yamashita nos mostram que o universo dom\u00e9stico, a vida conjugal, as reuni\u00f5es de fam\u00edlia, os filhos e os vizinhos, apesar de parecer rotineiro e sem atrativos, sempre guarda momentos de grande delicadeza. Com muito bom humor, brincando com as palavras e os preconceitos, Alexandre Inagaki e Itiro Takahashi denunciam a crueldade disfar\u00e7ada de ternura e afeto, que h\u00e1 em toda hist\u00f3ria de amor, principalmente, nas da juventude.\u00a0 Gabriela Kimura e Wilson Sagae viajam no tempo para nos revelar as dificuldades que certas crian\u00e7as t\u00eam de enfrentar quando come\u00e7am a desabrochar para a maturidade. Mar\u00edlia Kubota e Miriam Lie tratam das arestas e das farpas do choque de gera\u00e7\u00f5es, do di\u00e1logo inevitavelmente \u00e1spero entre os h\u00e1bitos e os costumes do passado, r\u00edgidos e opressores, e os da atualidade, mais liberais. Ricardo Miyake e Simone Toji comparecem com a mistura perfeita de melancolia e lirismo ao narrarem as experi\u00eancias de pessoas pouco \u00e0 vontade no mundo, na comunidade em que vivem, e no pr\u00f3prio corpo.<\/p>\n<p>Foi anexado um gloss\u00e1rio com termos em japon\u00eas para a perfeita compreens\u00e3o das narrativas.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive img-fluid alignnone wp-image-17052\" src=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p003.jpg\" alt=\"\" width=\"330\" height=\"463\" srcset=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p003.jpg 600w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p003-280x393.jpg 280w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p003-340x477.jpg 340w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p003-220x309.jpg 220w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p003-100x140.jpg 100w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p003-130x182.jpg 130w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p003-460x646.jpg 460w\" sizes=\"(max-width: 330px) 100vw, 330px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"color: #000080;\"><strong>Nihonjin<br \/>\n<\/strong><\/span>Oscar Nakasato<br \/>\nBenvir\u00e1, 2011.<br \/>\nEm portugu\u00eas.<br \/>\nISBN 978-85-02-13108-8<br \/>\n[869.3 Na]<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.amazon.com.br\/Nihonjin-Oscar-Nakasato\/dp\/8502131087\/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;dchild=1&amp;keywords=nihonjin&amp;qid=1622495763&amp;s=books&amp;sr=1-1\">Nihonjin | Amazon.com.br<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c9 uma hist\u00f3ria particular que mostra a origem multicultural do Brasil em tempo e lugares ainda poucos explorados na literatura brasileira. \u00c9 tamb\u00e9m um romance universal, em que at\u00e9 o mais duro ser humano se dobra \u00e0s mudan\u00e7as imperiosas do lugar, do tempo e do cora\u00e7\u00e3o. Hideo Inabata \u00e9 um japon\u00eas orgulhoso de sua nacionalidade, que chega ao Brasil na segunda d\u00e9cada do s\u00e9culo XX com o objetivo de enriquecer e cumprir a miss\u00e3o sagrada de levar recursos ao Jap\u00e3o, conforme orienta\u00e7\u00e3o do imperador aos seus s\u00faditos. O trabalho \u00e1rduo no campo, a dif\u00edcil adapta\u00e7\u00e3o ao Brasil, a morte da primeira esposa e os conflitos com os filhos, Haruo e Sumie, s\u00e3o um teste para a inflexibilidade do <em>nihonjin<\/em> (japon\u00eas). O narrador, neto do protagonista e filho de Sumie, empresta voz e vis\u00e3o contempor\u00e2nea \u00e0 transforma\u00e7\u00e3o do av\u00f4 e do seu sonho de voltar rico para casa.<\/p>\n<p>Ganhador do 1\u00ba Pr\u00eamio Benvir\u00e1 de Literatura em 2010 e do Pr\u00eamio Jabuti, na categoria Romance, em 2012.<\/p>\n<p>\u201cEste romance \u00e9, antes de tudo, uma competente reconstru\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica da imigra\u00e7\u00e3o japonesa, tema pouco presente em nossa literatura. Sua for\u00e7a liter\u00e1ria est\u00e1 n\u00e3o apenas na linguagem direta e sem firulas, nos personagens e nos conflitos marcantes, mas tamb\u00e9m no poder de comover o leitor. Independente de nossa origem \u00e9tnica, o romance de Oscar Nakasato emocionou a todos, que se identificaram intensamente com os personagens e os conflitos narrados.\u201d. (Comiss\u00e3o julgadora do 1\u00ba Pr\u00eamio Benvir\u00e1 de Literatura)<\/p>\n<h4><strong>Sobre o autor:<\/strong><\/h4>\n<p><strong>Oscar Nakasato<\/strong> \u00e9 paranaense, neto de imigrantes japoneses. Mestre em Teoria da Literatura, em Literatura Comparada e doutor em Literatura Brasileira pela Universidade Estadual Paulista. Em 1999, foi premiado no Festival Universit\u00e1rio de Literatura, promovido pela Xerox do Brasil e pela Editora Cone Sul, com os contos \u201cAl\u00f4\u201d e \u201cOlhos de Peri\u201d. Em 2003, venceu o Concurso Liter\u00e1rio da Secretaria de Estado da Cultura do Paran\u00e1, Pr\u00eamio Especial Paran\u00e1, com o conto \u201cMenino na \u00e1rvore\u201d.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"img-responsive img-fluid alignnone wp-image-17053\" src=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p004.jpg\" alt=\"\" width=\"330\" height=\"393\" srcset=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p004.jpg 600w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p004-280x333.jpg 280w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p004-340x405.jpg 340w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p004-220x262.jpg 220w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p004-100x119.jpg 100w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p004-130x155.jpg 130w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p004-460x547.jpg 460w\" sizes=\"(max-width: 330px) 100vw, 330px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"color: #000080;\"><strong>Meu av\u00f4 japon\u00eas<br \/>\n<\/strong><\/span>Juliana de Faria; ilustra\u00e7\u00f5es de Fabiana Shizue.<br \/>\nPanda Books, 2009.<br \/>\nEm portugu\u00eas.<br \/>\nISBN 978-85-88948-78-5<br \/>\n[869.39282 Fa]<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.pandabooks.com.br\/panda-books\/infantil\/cultura-popular\/meu-avo-japones\">Meu av\u00f4 japon\u00eas &#8211; Panda Books<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cOs imigrantes que chegaram ao Brasil trouxeram na mala n\u00e3o apenas roupas e saudades da terra natal, mas tamb\u00e9m muito da cultura de seu pa\u00eds. Ao se estabelecerem aqui, nos ensinaram seus costumes e h\u00e1bitos e nos fizeram compreender e respeitar suas tradi\u00e7\u00f5es\u201d (extra\u00eddo da contracapa do livro).<\/p>\n<p>A personagem deste livro infanto-juvenil \u00e9 Isabel Mai, uma menina alegre e neta de imigrantes japoneses. No seu anivers\u00e1rio de dez anos ganha uma agenda eletr\u00f4nica e passa a us\u00e1-lo como di\u00e1rio. Nas suas anota\u00e7\u00f5es ela retrata o seu cotidiano com muitos aspectos da cultura e dos costumes japoneses, como os rituais e celebra\u00e7\u00f5es t\u00edpicos do Jap\u00e3o, al\u00e9m das hist\u00f3ricas contadas por seu av\u00f4. E com essas anota\u00e7\u00f5es ela conseguiu entender e celebrar sua vida \u201cdupla\u201d, de ser brasileira com descend\u00eancia japonesa, e espera que sirvam de inspira\u00e7\u00e3o para as pr\u00f3ximas gera\u00e7\u00f5es. Na parte final do livro h\u00e1 mais trechos de hist\u00f3rias e tradi\u00e7\u00f5es da cultura japonesa<\/p>\n<h4><strong>Sobre o autor:<\/strong><\/h4>\n<p><strong>Juliana de Faria<\/strong> nasceu na cidade de S\u00e3o Paulo. Estudou jornalismo na PUC-SP. Trabalhou nas reda\u00e7\u00f5es do Jornal da Tarde e da revista Veja S\u00e3o Paulo. Em 2009, tornou-se mestra em \u00c1sia Oriental pela Universidade de Salamanca, na Espanha, onde se apaixonou pela literatura japonesa.<\/p>\n<p><strong>Fabiana Shizue<\/strong> nasceu em S\u00e3o Paulo, e graduou-se em Design Gr\u00e1fico pela Faculdade de Belas Artes de S\u00e3o Paulo. Tem seus desenhos aplicados em cat\u00e1logos, revistas, sites, cadernos e estampas. Participou de exposi\u00e7\u00f5es em S\u00e3o Paulo e na It\u00e1lia e do XVIII Cat\u00e1logo de Ilustradores no M\u00e9xico.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"img-responsive img-fluid wp-image-17054\" src=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p005.jpg\" alt=\"\" width=\"330\" height=\"362\" srcset=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p005.jpg 600w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p005-280x307.jpg 280w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p005-340x373.jpg 340w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p005-220x241.jpg 220w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p005-100x110.jpg 100w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p005-130x143.jpg 130w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p005-460x504.jpg 460w\" sizes=\"(max-width: 330px) 100vw, 330px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"color: #000080;\"><strong>Vov\u00f3 veio do Jap\u00e3o<br \/>\n<\/strong><\/span>Janaina Tokitaka, Mika Takahashi, Raquel Matsushita, Talita Nozomi<br \/>\nCompanhia das Letrinhas, 2018.<br \/>\nEm portugu\u00eas.<br \/>\nISBN 978-85-7406-828-2<br \/>\n[869.39282 To]<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.companhiadasletras.com.br\/detalhe.php?codigo=41300\">VOV\u00d3 VEIO DO JAP\u00c3O &#8211; &#8211; Grupo Companhia das Letras<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Este livro infanto-juvenil traz quatro hist\u00f3rias sobre quatro meninas que se divertem com suas av\u00f3s que nasceram no Jap\u00e3o e sabem como agradar suas netinhas com brincadeiras, hist\u00f3rias e deliciosos quitutes. A comida serviu como um fio condutor unindo todas as narrativas.<\/p>\n<p>As autoras resolveram dedicar cada hist\u00f3ria a cada uma das quatro esta\u00e7\u00f5es do ano porque no Jap\u00e3o costuma-se celebrar cada momento com festas e comidas t\u00edpicas da \u00e9poca. No Brasil \u00e9 mais dif\u00edcil de acontecer porque as esta\u00e7\u00f5es s\u00e3o mais misturadas como suas identidades formadas por uma combina\u00e7\u00e3o de culturas. Em cada uma das narrativas \u00e9 poss\u00edvel conhecer um pouco da cultura japonesa, al\u00e9m de aprender pratos japoneses, cujas receitas est\u00e3o no final do livro, e sentir que o outro lado do mundo est\u00e1 mais perto do que se imagina.<\/p>\n<h4><strong>Sobre o autor:<\/strong><\/h4>\n<p><strong>Janaina Tokitaka<\/strong> come\u00e7ou a carreira de escritora em 2010 com o livro ilustrado \u201cTem um monstro no meu jardim\u201d. Desde ent\u00e3o escreveu vinte livros para o p\u00fablico infantil e juvenil. Os livros \u201cEscamas\u201d e \u201cNanquim\u201d receberam o Selo Altamente Recomend\u00e1vel pela FNLIJ (Funda\u00e7\u00e3o Nacional de Literatura Infantil e Juvenil). Foi selecionada para o workshop BIB-Unesco 2016 da Bienal Internacional de Bratslava.<\/p>\n<p><strong>Mika Takahashi<\/strong> \u00e9 ilustradora desde 2011, j\u00e1 trabalhou com anima\u00e7\u00e3o, publicidade, hist\u00f3rias em quadrinhos e livros. Recebeu o pr\u00eamio HQ Mix na categoria Novo Talento pela HQ \u201cAl\u00e9m dos Trilhos\u201d, participou das exposi\u00e7\u00f5es coletivas \u201cCont\u00ednua\u201d (Clube dos Criadores, 2016), \u201cDonas da Rua\u201d (ONU e Maur\u00edcio de Sousa, 2017) e da exposi\u00e7\u00e3o solo \u201cPe\u00e7as de um Quebra-Cabe\u00e7a\u201d (Galeria Hipot\u00e9tica, 2017).<\/p>\n<p><strong>Raquel Matsushita<\/strong> nasceu na cidade de S\u00e3o Paulo, al\u00e9m de escrever, trabalha com design gr\u00e1fico de livros. Tem um escrit\u00f3rio chamado Entrelinha Design desde 2001. Escreveu os livros \u201cA bola do vizinho\u201d que foi finalista no pr\u00eamio Jo\u00e3o de Barro, \u201cN\u00e3o, sim, talvez\u201d, finalista na categoria livro digital no pr\u00eamio Jabuti, entre outros. \u00c9 coautora do livro <em>Alfabeto escalafob\u00e9tico<\/em>, com Cl\u00e1udio Fragata que ganhou o pr\u00eamio Jabuti.<\/p>\n<p><strong>Talita Nozomi<\/strong> tem como inspira\u00e7\u00e3o inicial para seus livros as recorda\u00e7\u00f5es que guardou das f\u00e9rias que passou com sua av\u00f3 no Paran\u00e1. Entre eles, destacam-se \u201cDo mundo ao fundo\u201d (2012), se eu fosse uma \u00e1rvore (2013), selecionado para o Ita\u00fa Crian\u00e7a 2013 e para o Cat\u00e1logo Bolonha FNLIJ (2014). Mais recentemente participou da exposi\u00e7\u00e3o Ilustra\u00e7\u00e3o Portuguesa 2017, da Exposi\u00e7\u00e3o de Ilustradores da Feira do Livro Infantil de Bolonha e do Cat\u00e1logo 2017 Illustrators Annual. As ilustra\u00e7\u00f5es e hist\u00f3rias deste livro foram desenvolvidas durante o mestrado em desenho e t\u00e9cnicas de impress\u00e3o na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, conclu\u00eddo em 2017.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><strong>Sites relacionados:<\/strong><\/h4>\n<p><a href=\"https:\/\/www.al.sp.gov.br\/noticia\/?id=288309\">Hist\u00f3ria da imigra\u00e7\u00e3o japonesa no Brasil (al.sp.gov.br)<\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/www.todamateria.com.br\/imigracao-japonesa\/\">Imigra\u00e7\u00e3o Japonesa no Brasil &#8211; Toda Mat\u00e9ria (todamateria.com.br)<\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Imigra%C3%A7%C3%A3o_japonesa_no_Brasil\">Imigra\u00e7\u00e3o japonesa no Brasil \u2013 Wikip\u00e9dia, a enciclop\u00e9dia livre (wikipedia.org)<\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/revistagalileu.globo.com\/Sociedade\/Historia\/noticia\/2020\/06\/5-curiosidades-sobre-imigracao-japonesa-no-brasil.html\">5 curiosidades sobre a imigra\u00e7\u00e3o japonesa no Brasil &#8211; Revista Galileu | Hist\u00f3ria (globo.com)<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>\u25cf SUGEST\u00c3O DE LEITURA<\/strong><\/span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}\">\u00a0<\/span><\/h2>\n<p>Seguindo o tema da imigra\u00e7\u00e3o japonesa, nossa indica\u00e7\u00e3o de leitura \u00e9 um romance nikkei, \u201cUm presente que veio de longe\u201d, escrito por Cristina Sato e ilustrado por L\u00facia Hiratsuka.<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria gira em torno de um rapaz, S\u00e9rgio, fruto de um relacionamento entre uma descendente de japoneses e um brasileiro. A m\u00e3e deixa o beb\u00ea com quatro meses, na casa dos pais e desaparece. S\u00e9rgio era uma crian\u00e7a t\u00edmida e pela sua condi\u00e7\u00e3o de mesti\u00e7o, nunca foi considerado um membro efetivo da fam\u00edlia. Ele adorava o Ano Novo porque era a \u00fanica \u00e9poca em que o seu av\u00f4 abria seu ref\u00fagio onde, aos seus olhos de crian\u00e7a, estava cheio de tesouros. Tinha um fasc\u00ednio pelo bisav\u00f4, Atsushi Yamamoto, que veio como imigrante ao Brasil e cuja hist\u00f3ria era contada pelo av\u00f4. Com a morte dos av\u00f3s foi morar com a tia at\u00e9 ela ir trabalhar no Jap\u00e3o. S\u00e9rgio ainda estava indeciso sobre o que fazer de sua vida, embora estivesse cursando a faculdade de direito, n\u00e3o achava que era o que queria fazer. Decidiu ir ao Jap\u00e3o para trabalhar como decass\u00e9gui e tentar cumprir uma promessa feita ao seu av\u00f4, descobrir a hist\u00f3ria de um presente sem identifica\u00e7\u00e3o trazido pelo bisav\u00f4.<\/p>\n<p>O livro traz os relatos da vida de S\u00e9rgio como decass\u00e9gui no Jap\u00e3o, entrecortados por trechos do di\u00e1rio de seu bisav\u00f4, Atsushi Yamamoto, desde sua vida antes da partida para o Brasil e sua trajet\u00f3ria nesse pa\u00eds, possibilitando fazer uma compara\u00e7\u00e3o entre o passado e o presente destes dois pa\u00edses no processo imigrat\u00f3rio.<\/p>\n<h4><strong>Sobre as autoras:<\/strong><\/h4>\n<p><strong>Cristina Sato<\/strong> \u00e9 paulistana e sansei, isto \u00e9, membro da terceira gera\u00e7\u00e3o de uma fam\u00edlia de imigrantes japoneses. Atuou como jornalista na imprensa nipo-brasileira e morou oito anos no Jap\u00e3o, vivenciando as diferen\u00e7as entre o moderno Jap\u00e3o e o pa\u00eds do sol nascente idealizado pelos imigrantes no Brasil. Doutoranda na Escola de Comunica\u00e7\u00f5es e Artes da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) na \u00e9poca, pesquisando a trajet\u00f3ria de vida dos japoneses no Brasil. Gosta muito de ouvir aqueles que constroem anonimamente hist\u00f3rias de bravura e hero\u00edsmo.<\/p>\n<p><strong>L\u00facia Hiratsuka<\/strong> nasceu em Duartina, interior de S\u00e3o Paulo. Escritora e ilustradora, tem diversas obras publicadas para crian\u00e7as. Para este livro usou a t\u00e9cnica de grafite e aquarela. Mais informa\u00e7\u00f5es sobre a autora veja o \u201cDestaques da biblioteca\u201d de outubro de 2020.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"img-responsive img-fluid alignnone wp-image-17055\" src=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p006.jpg\" alt=\"\" width=\"330\" height=\"479\" srcset=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p006.jpg 600w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p006-280x406.jpg 280w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p006-340x494.jpg 340w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p006-220x319.jpg 220w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p006-100x145.jpg 100w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p006-130x189.jpg 130w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/p006-460x668.jpg 460w\" sizes=\"(max-width: 330px) 100vw, 330px\" \/><\/p>\n<h4><strong>Ficha t\u00e9cnica:<\/strong><\/h4>\n<p><strong><span style=\"color: #000080;\">Um presente que veio de longe<br \/>\n<\/span><\/strong>Cristina Sato; ilustra\u00e7\u00f5es de L\u00facia Hiratsuka<br \/>\nEditora Salesiana, 2008.<br \/>\nEm portugu\u00eas.<br \/>\n[869.3 Sa]<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.amazon.com.br\/Um-Presente-Que-Veio-Longe\/dp\/8575472682\/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;dchild=1&amp;keywords=cristina+sato&amp;qid=1622495698&amp;s=books&amp;sr=1-1\">Um Presente Que Veio De Longe | Amazon.com.br<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/destaques-da-biblioteca\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"img-responsive img-fluid size-full wp-image-14773 aligncenter\" src=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/botao-site-destaquebbca-rodape-voltar.jpg\" alt=\"\" width=\"320\" height=\"134\" srcset=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/botao-site-destaquebbca-rodape-voltar.jpg 320w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/botao-site-destaquebbca-rodape-voltar-280x117.jpg 280w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/botao-site-destaquebbca-rodape-voltar-220x92.jpg 220w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/botao-site-destaquebbca-rodape-voltar-100x42.jpg 100w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/botao-site-destaquebbca-rodape-voltar-130x54.jpg 130w\" sizes=\"(max-width: 320px) 100vw, 320px\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No m\u00eas de junho comemoramos 113 anos da imigra\u00e7\u00e3o japonesa no Brasil, e aproveitando esse fato destacaremos alguns livros do nosso acervo que trazem esse tema, seja em forma de narrativa biogr\u00e1fica, seja em forma de romances e contos. Nossa sugest\u00e3o de leitura \u00e9 um romance nipo-brasileiro que aborda o tema da imigra\u00e7\u00e3o tanto para [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"class_list":["post-17049","page","type-page","status-publish","hentry"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/17049","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17049"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/17049\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17087,"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/17049\/revisions\/17087"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17049"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}