{"id":17355,"date":"2021-08-23T17:56:34","date_gmt":"2021-08-23T20:56:34","guid":{"rendered":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/?page_id=17355"},"modified":"2021-08-23T17:56:34","modified_gmt":"2021-08-23T20:56:34","slug":"destaques-da-biblioteca-agosto-2021","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/destaques-da-biblioteca-agosto-2021\/","title":{"rendered":"DESTAQUES DA BIBLIOTECA \u2013 agosto\/2021"},"content":{"rendered":"<p>Neste m\u00eas de agosto, o Jap\u00e3o relembra o bombardeio nuclear sobre as cidades de Hiroshima e Nagasaki. A Biblioteca da Funda\u00e7\u00e3o Jap\u00e3o em S\u00e3o Paulo destaca de seu acervo livros que tratam deste acontecimento tr\u00e1gico. E como sugest\u00e3o de leitura indica a obra \u201cChuva Negra\u201d de Masuji Ibuse, publicada pela Esta\u00e7\u00e3o Liberdade.<\/p>\n<p>A Segunda Guerra Mundial foi um conflito militar que envolveu a maioria das na\u00e7\u00f5es, inclusive todas as grandes pot\u00eancias mundiais, e durou de 1939 a 1945. Na parte final da guerra, os Estados Unidos lan\u00e7aram, pela primeira vez na hist\u00f3ria, duas bombas nucleares sobre alvos civis. A primeira bomba at\u00f4mica americana de ur\u00e2nio \u201cLittle Boy\u201d foi lan\u00e7ada \u00e0s 8h15 da manh\u00e3 sobre a segunda cidade mais populosa do Jap\u00e3o, Hiroshima, deixando de imediato cerca de 80 mil pessoas mortas e destruindo 69% de seu territ\u00f3rio. Tr\u00eas dias depois, em 9 de agosto, \u00e0s 11h02, a segunda bomba at\u00f4mica de plut\u00f4nio \u201cFat Man\u201d caiu sobre Nagasaki. Embora mais poderosa que a primeira, foi menos efetiva por conta das irregularidades do terreno. Mas, mesmo assim, em menos de um segundo matou 35 mil pessoas. Em 2 de setembro do mesmo ano, o governo japon\u00eas assinou o acordo de rendi\u00e7\u00e3o, encerrando a Segunda Guerra Mundial. Dentro dos primeiros dois a quatro meses ap\u00f3s os ataques, os efeitos agudos das explos\u00f5es mataram entre 90 mil a 166 mil pessoas em Hiroshima e 60mil a 80 mil em Nagasaki. Os sobreviventes dos bombardeios s\u00e3o conhecidos como <em>hibakushas<\/em>, uma palavra japonesa que se traduz literalmente como \u201cpessoas afetadas pela explos\u00e3o\u201d. Em agosto de 2014, mais de 450 mil <em>hibakushas<\/em> haviam morrido desde os ataques at\u00f4micos, sendo 292.325 em Hiroshima e 165.409 em Nagasaki. Estima-se que cerca de 118 <em>hibakushas<\/em> vivam no Brasil. O Memorial da Paz em Hiroshima \u00e9 formado pelo edif\u00edcio que resistiu \u00e0 explos\u00e3o e que tamb\u00e9m \u00e9 conhecido com C\u00fapula Genbaku ou C\u00fapula da Bomba At\u00f4mica. Ao seu lado est\u00e1 o Parque Memorial da Paz que abriga um museu e diversos monumentos em homenagem \u00e0s v\u00edtimas da bomba at\u00f4mica e onde a chama da paz ficar\u00e1 acesa at\u00e9 que todas as armas nucleares sejam abolidas. Em Nagasaki, tamb\u00e9m h\u00e1 um local em mem\u00f3ria das v\u00edtimas formado pelo Parque Memorial da Paz, do Museu da Bomba At\u00f4mica e do P\u00e1tio da Paz. Todos os anos nas datas e hor\u00e1rios das explos\u00f5es das bombas, os japoneses param suas atividades e fazem um minuto de sil\u00eancio em mem\u00f3ria das v\u00edtimas. E nos memoriais realizam-se cerim\u00f4nias em homenagem \u00e0s v\u00edtimas, relembrando a trag\u00e9dia, celebrando a paz e refor\u00e7ando o desejo de que essa trag\u00e9dia nunca mais se repita.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h1><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>\u25cf <\/strong><strong>LIVROS<\/strong><\/span><\/h1>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"img-responsive img-fluid alignnone wp-image-17360\" src=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/001.jpg\" alt=\"\" width=\"350\" height=\"525\" srcset=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/001.jpg 433w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/001-280x420.jpg 280w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/001-340x510.jpg 340w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/001-220x330.jpg 220w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/001-100x150.jpg 100w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/001-130x195.jpg 130w\" sizes=\"(max-width: 350px) 100vw, 350px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"color: #000080;\"><strong>Hiroshima<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000080;\">John Hersey; tradu\u00e7\u00e3o de Hildegard Feist.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000080;\">Companhia das Letras, 2002.<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000080;\">Em portugu\u00eas.<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000080;\">ISBN 978-85359022792<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000080;\">[952.04 He]<\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.companhiadasletras.com.br\/detalhe.php?codigo=11512\">HIROSHIMA &#8211; Grupo Companhia das Letras<\/a><\/p>\n<p>Em agosto de 1945, a bomba at\u00f4mica explodiu sobre a cidade de Hiroshima matando milhares de pessoas e devastando seu territ\u00f3rio. Naquele dia ap\u00f3s o clar\u00e3o silencioso, uma torre de poeira e fragmentos subiu ao c\u00e9u e caiu em gotas negras imensas, do tamanho de bolas de gude. O livro traz a reportagem feita um ano depois, reconstituindo o dia da explos\u00e3o a partir do depoimento de seis sobreviventes. O texto ocupava a edi\u00e7\u00e3o inteira da revista The New Yorker, uma das mais importantes publica\u00e7\u00f5es semanais dos Estados Unidos, alcan\u00e7ando uma grande repercuss\u00e3o. Sua investiga\u00e7\u00e3o aliava o rigor da informa\u00e7\u00e3o jornal\u00edstica \u00e0 qualidade de um texto liter\u00e1rio. Sua narrativa dava rosto \u00e0 cat\u00e1strofe da bomba, o horror tinha nome, idade e sexo. Ao optar por um texto simples, sem enfatizar emo\u00e7\u00f5es, o autor deixou fluir o relato oral de quem realmente viveu a hist\u00f3ria.\u00a0 Quarenta anos mais tarde, voltou a Hiroshima, reencontrou os entrevistados e escreveu o \u00faltimo cap\u00edtulo da hist\u00f3ria dos <em>hibakushas<\/em>, pessoas atingidas pelos efeitos da bomba, completando sua obra. \u201cHiroshima\u201d permitiu que o mundo tomasse consci\u00eancia do poder destrutivo das armas nucleares e a terr\u00edvel implica\u00e7\u00e3o de seu uso.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><strong>Sobre os autores:<\/strong><\/h4>\n<p>John Hersey nasceu em Tientsin, China, em junho de 1914. Filho de mission\u00e1rios, aos 10 anos voltou aos Estados Unidos com a fam\u00edlia. Graduou-se na Universidade Yale, fez p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Cambridge. Trabalhou como correspondente internacional das revistas Times e Life, e como colaborador do The New Yorker. Recebeu o Pr\u00eamio Pulitzer em 1945 pelo livro de fic\u00e7\u00e3o \u201cA Bell for Adano\u201d. Faleceu em 1993 na Fl\u00f3rida.<\/p>\n<p>Hildegard Feist \u00e9 paulistana, formada em letras neolatinas pela Universidade de S\u00e3o Paulo, \u00e9 autora de adapta\u00e7\u00f5es de cl\u00e1ssicos ingleses e de paradid\u00e1ticos. Desde 1987, traduz do ingl\u00eas e do franc\u00eas para a editora Companhia das Letras, nas \u00e1reas de hist\u00f3ria contempor\u00e2nea, hist\u00f3ria da arte e hist\u00f3ria das religi\u00f5es.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/John_Hersey\">John Hersey \u2013 Wikip\u00e9dia, a enciclop\u00e9dia livre (wikipedia.org)<\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/www.companhiadasletras.com.br\/autor.php?codigo=00589\">Hildegard Feist &#8211; Grupo Companhia das Letras<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive img-fluid alignnone wp-image-17361\" src=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/002.jpg\" alt=\"\" width=\"350\" height=\"561\" srcset=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/002.jpg 625w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/002-280x449.jpg 280w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/002-340x545.jpg 340w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/002-220x353.jpg 220w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/002-100x160.jpg 100w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/002-130x208.jpg 130w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/002-460x737.jpg 460w\" sizes=\"(max-width: 350px) 100vw, 350px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"color: #000080;\"><strong><span style=\"color: #000080;\">Hiroshima<\/span> e Nagasaki: testemunho, inscri\u00e7\u00e3o e mem\u00f3ria das cat\u00e1strofes<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000080;\">Organiza\u00e7\u00e3o de Paulo Cesar Endo e Cristiane Izumi Nakagawa<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000080;\">Benjamin Editorial, 2015. <\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000080;\">Em portugu\u00eas.<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000080;\">ISBN 978-85-69430-02-5 <\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000080;\">[952.04 Hi]<\/span><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/benjamineditorial.com.br\/hiroshima-nagasaki.html\">Hiroshima e Nagasaki (benjamineditorial.com.br)<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O livro tem como origem o evento <em>Hiroshima e Nagasaki em S\u00e3o Paulo: testemunho, inscri\u00e7\u00e3o e mem\u00f3ria das cat\u00e1strofes<\/em>, realizado no Instituto de Psicologia da Universidade de S\u00e3o Paulo entre os dias 11 e 21 de setembro de 2012. Tem como objetivo discutir os bombardeios at\u00f4micos ocorridos em agosto de 1945, abordando aspectos t\u00e9cnicos e historiogr\u00e1ficos relacionados \u00e0 produ\u00e7\u00e3o e \u00e0 utiliza\u00e7\u00e3o das armas at\u00f4micas, assim como seus desdobramentos pol\u00edticos, sociais, culturais e subjetivos. Coloca em pauta a import\u00e2ncia da preserva\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria da cat\u00e1strofe at\u00f4mica de modo a impedir que ela se repita. Al\u00e9m de artigos de intelectuais de diversas \u00e1reas do conhecimento, o livro traz testemunhos e desenhos de sobreviventes do bombardeio at\u00f4mico de Hiroshima como Takashi Morita, Kunihiko Bonkohara, Junko Watanabe e Shigeo\u00a0 Moritomi. A publica\u00e7\u00e3o do livro teve apoio da Japan Foundation.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive img-fluid alignnone wp-image-17362\" src=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/003.jpg\" alt=\"\" width=\"350\" height=\"515\" srcset=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/003.jpg 1360w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/003-280x412.jpg 280w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/003-768x1129.jpg 768w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/003-1044x1536.jpg 1044w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/003-340x500.jpg 340w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/003-220x324.jpg 220w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/003-100x147.jpg 100w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/003-130x191.jpg 130w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/003-460x676.jpg 460w\" sizes=\"(max-width: 350px) 100vw, 350px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"color: #333399;\"><strong>A \u00faltima mensagem de Hiroshima: o que vi e como sobrevivi \u00e0 bomba at\u00f4mica<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000080;\">Takashi Morita<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000080;\">Universo dos Livros, 2017.<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000080;\">Em portugu\u00eas.<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000080;\">978-8550301143<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000080;\">[952.04 Mo]<\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/loja.universodoslivros.com.br\/a-ultima-mensagem-de-hiroshima-o-que-vi-e-como-sobrevivi-a-bomba-atomica\">A \u00faltima mensagem de Hiroshima: O que vi e como sobrevivi \u00e0 bomba at\u00f4mica &#8211; Universo dos Livros<\/a><\/p>\n<p>Agosto de 1945, um belo dia de ver\u00e3o com c\u00e9u claro sem nuvens. Ningu\u00e9m poderia prever que neste m\u00eas a vida de in\u00fameros japoneses, e das gera\u00e7\u00f5es subsequentes, mudaria para sempre. O sr. Takashi Morita, sobrevivente da bomba at\u00f4mica lan\u00e7ada sobre a cidade de Hiroshima, viu os horrores e a devasta\u00e7\u00e3o da explos\u00e3o e sofreu com os efeitos e as consequ\u00eancias da radia\u00e7\u00e3o e com o preconceito aos <em>hibakushas<\/em> (sobreviventes \u00e0 bomba at\u00f4mica). Veio com a fam\u00edlia ao Brasil a convite de membros da col\u00f4nia japonesa que disseram que S\u00e3o Paulo tinha um bom clima e boas oportunidades para viver e trabalhar. Fundou a Associa\u00e7\u00e3o dos Sobreviventes da Bomba At\u00f4mica no Brasil, em julho de 1984, para ajudar na batalha contra o descaso do governo japon\u00eas para com os <em>hibakushas<\/em> que viviam no exterior e para serem reconhecidos e receberem os mesmos benef\u00edcios que os residentes no Jap\u00e3o. Com a associa\u00e7\u00e3o ampliando seu foco com o movimento em prol da paz, mudou o nome para Associa\u00e7\u00e3o <em>Hibakusha<\/em> Brasil pela Paz. Continua ainda hoje em sua miss\u00e3o: \u201cN\u00e3o quero que mais pessoas passem por experi\u00eancias como a minha. Para isso, divulgarei minha hist\u00f3ria, a hist\u00f3ria do que aconteceu em Hiroshima e Nagasaki. Sei que n\u00e3o sobrevivi ao pior dia da minha vida sem um motivo maior, ent\u00e3o honrarei a vida at\u00e9 o fim \u2013 a minha e a de todos os que habitam comigo este planeta\u201d.<\/p>\n<h4><strong>Sobre o autor:<\/strong><\/h4>\n<p>Takashi Morita nasceu em 1924, em Hiroshima. Foi membro da Kempeitai, temida Pol\u00edcia Militar do Ex\u00e9rcito Imperial do Jap\u00e3o. Presenciou situa\u00e7\u00f5es que marcariam com a destrui\u00e7\u00e3o tanto o Jap\u00e3o como o mundo, a exemplo do bombardeio a T\u00f3quio, em mar\u00e7o de 1945. Imigrou para o Brasil em 1956, trabalhou como relojoeiro e hoje possui uma mercearia na zona sul da capital paulista. Propaga uma forte mensagem de esperan\u00e7a e cren\u00e7a na paz, pautada no combate \u00e0 guerra e \u00e0s armas nucleares.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/istoe.com.br\/129153_ESSE+HOMEM+ESCAPOU+DE+HIROSHIMA\/\">Esse homem escapou de Hiroshima &#8211; ISTO\u00c9 Independente (istoe.com.br)<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"img-responsive img-fluid alignnone wp-image-17363\" src=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/004.jpg\" alt=\"\" width=\"350\" height=\"401\" srcset=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/004.jpg 436w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/004-280x321.jpg 280w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/004-340x390.jpg 340w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/004-220x252.jpg 220w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/004-100x115.jpg 100w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/004-130x149.jpg 130w\" sizes=\"(max-width: 350px) 100vw, 350px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"color: #333399;\"><strong>No more Hiroshima, Nagasaki<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000080;\">Kazuo Kuroko, Hiroyoshi Shimizu; tradu\u00e7\u00e3o de James Dorsey.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000080;\">Nihon Tosho Center, 2005.<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000080;\">Edi\u00e7\u00e3o bil\u00edngue japon\u00eas-ingl\u00eas.<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000080;\">ISBN 4-8205-1940-9<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000080;\">[952.04 No]<\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.nihontosho.co.jp\/book\/b560451.html\">\u539f\u7206\u5199\u771f\u3000\u30ce\u30fc\u30e2\u30a2 \u30d2\u30ed\u30b7\u30de\u30fb\u30ca\u30ac\u30b5\u30ad &#8211; \u682a\u5f0f\u4f1a\u793e\u65e5\u672c\u56f3\u66f8\u30bb\u30f3\u30bf\u30fc (nihontosho.co.jp)<\/a><\/p>\n<p>Em 2005 dizia-se que haveriam cerca de 30.000 armas nucleares no mundo. Num momento de esquecimento por parte da humanidade da tr\u00e1gica e amedrontadora experi\u00eancia at\u00f4mica, a possibilidade de se repetir essa trag\u00e9dia existe. Este livro relembra os acontecimentos e os sentimentos desta trag\u00e9dia atrav\u00e9s de um material cuidadosamente selecionado. S\u00e3o 94 fotos da bomba at\u00f4mica, 17 desenhos, 6 poemas, registros de entrevistas com <em>hibakushas<\/em> (sobreviventes \u00e0 bomba at\u00f4mica), al\u00e9m de ensaios escritos por cinco personalidades japonesas. O livro foi cuidadosamente pensado para proporcionar uma melhor compreens\u00e3o dos fatos \u00e0queles que n\u00e3o sabem ou n\u00e3o vivenciaram a guerra e a bomba at\u00f4mica. Com textos explicativos e fotos legendadas que apresenta os v\u00e1rios \u00e2ngulos dos bombardeios cria uma \u201cmem\u00f3ria da bomba at\u00f4mica\u201d transmitindo as vis\u00f5es do passado e do presente com o objetivo de n\u00e3o esquecer a hist\u00f3ria passada. Os autores conceberam esta edi\u00e7\u00e3o bil\u00edngue para atingir mais pessoas e para que reflitam sobre que tipo de mundo querem para o futuro.<\/p>\n<h4><strong>Sobre os autores:<\/strong><\/h4>\n<p>Kazuo Kuroko (\u9ed2\u53e4\u4e00\u592b) nasceu em 1945, cr\u00edtico liter\u00e1rio e professor na Universidade de Tsukuba. Entre seus muitos trabalhos publicados est\u00e3o um estudo sobre o ganhador do pr\u00eamio Nobel Kenzaburo Oe. Como editor tem trabalhado em compila\u00e7\u00f5es e antologias, literatura, fotografias e artes, sempre ligados \u00e0 bomba at\u00f4mica.<\/p>\n<p>Hiroyoshi Shimizu (\u6e05\u6c34\u535a\u7fa9) nasceu em 1933, editor e escritor freelance. Editou v\u00e1rios livros ilustrados assim como trabalhos hist\u00f3ricos e liter\u00e1rios. Junto com Kuroko tamb\u00e9m compilou in\u00fameros volumes relacionados \u00e0 bomba at\u00f4mica.<\/p>\n<p>James Dorsey nasceu em Nova York em 1961. PH.D. em literatura japonesa pelo Departamento de L\u00edngua e Literatura Asi\u00e1tica da Universidade de Washington.\u00a0 Sua pesquisa enfoca as rela\u00e7\u00f5es de personalidades liter\u00e1rias com a guerra e publicou estudos do cr\u00edtico Hideo Kobayashi e do escritor Ango Sakaguchi.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><strong>Sites relacionados:<\/strong><\/h4>\n<p><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Bombardeamentos_de_Hiroshima_e_Nagasaki\">Bombardeamentos de Hiroshima e Nagasaki \u2013 Wikip\u00e9dia, a enciclop\u00e9dia livre (wikipedia.org)<\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/exame.com\/especiais\/75-anos-depois-os-efeitos-de-hiroshima-ainda-sao-visiveis\/#:~:text=Era%20dia%206%20de%20agosto%20de%201945%2C%208h15,mil%20pessoas%20mortas%20e%20destruindo%2069%25%20do%20territ%C3%B3rio.\">75 anos depois, os efeitos de Hiroshima ainda s\u00e3o vis\u00edveis | Exame<\/a><br \/>\n<a href=\"http:\/\/hpmmuseum.jp\/?lang=eng\">Hiroshima Peace Memorial Museum (hpmmuseum.jp)<\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/nagasakipeace.jp\/en\/\">NAGASAKI PEACE official website of Nagasaki City<\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/www.japan.travel\/pt\/spot\/893\/\">Museu do Memorial da Paz de Hiroshima | Hiroshima Attractions | Viagens Jap\u00e3o | JNTO (japan.travel)<\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/pt.japantravel.com\/nagasaki\/nagasaki-memoria-atomica\/39271\">Nagasaki: Mem\u00f3ria At\u00f3mica &#8211; Nagasaki &#8211; Japan Travel<\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/www.japaoemfoco.com\/depoimento-de-um-sobrevivente-de-hiroshima\/\">Depoimento de um Hibakusha | Curiosidades do Jap\u00e3o (japaoemfoco.com)<\/a><br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.usp.br\/jorusp\/arquivo\/2005\/jusp733\/pag0405.htm\">Jornal da USP ano XXI n.733<\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/www.amazon.com.br\/%C3%9Altima-Mensagem-Hiroshima-Sobrevivi-At%C3%B4mica\/dp\/8550301140\/ref=tmm_pap_swatch_0?_encoding=UTF8&amp;qid=1629123440&amp;sr=1-1\">A \u00faltima mensagem de Hiroshima: O que vi e como sobrevivi \u00e0 bomba at\u00f4mica | Amazon.com.br<\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/www.amazon.co.jp\/dp\/4820519409?SubscriptionId=AKIAIBX3OSRN6HXD25SQ&amp;tag=&amp;linkCode=xm2&amp;camp=2025&amp;creative=165953&amp;creativeASIN=4820519409\">Amazon.co.jp: \u539f\u7206\u5199\u771f \u30ce\u30fc\u30e2\u30a2 \u30d2\u30ed\u30b7\u30de\u30fb\u30ca\u30ac\u30b5\u30ad \u3010\u65e5\u82f12\u30ab\u56fd\u8a9e\u8868\u8a18\u3011 : \u6e05\u6c34 \u535a\u7fa9, \u9ed2\u53e4 \u4e00\u592b: Japanese Books<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>\u25cf SUGEST\u00c3O DE LEITURA<\/strong><\/span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}\">\u00a0<\/span><\/h2>\n<p>\u00c0s 8h15 da manh\u00e3 do dia 6 de agosto de 1945 uma bomba at\u00f4mica atinge Hiroshima. Tr\u00eas dias depois, seria a vez de Nagasaki. Milhares de pessoas morreram imediatamente e muitos dos que escaparam com vida n\u00e3o tiveram um destino menos tr\u00e1gico. A atrocidade hist\u00f3rica e seus reflexos s\u00e3o vistos a partir da experi\u00eancia desses sobreviventes em <em>Chuva negra<\/em>, principal obra do escritor japon\u00eas Masuji Ibuse.<\/p>\n<p>Passados quase cinco anos da explos\u00e3o da bomba at\u00f4mica, o casal Shigematsu Shizuma e sua esposa Shigeko, ambos com os sintomas da exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 radioatividade, tentam arranjar um casamento para a sobrinha Yasuko. Mas isso \u00e9 dificultado pelos boatos de que ela tamb\u00e9m estaria contaminada. Para provar que os coment\u00e1rios e os temores s\u00e3o infundados Shigematsu decide transcrever o seu di\u00e1rio, o da sua esposa e o da sua sobrinha para mostrar a diferen\u00e7a do que vivenciaram na \u00e9poca. Por\u00e9m, os escritos provam que a jovem esteve sob a chuva negra radioativa a caminho de Hiroshima. Como proceder sobre essa informa\u00e7\u00e3o? Deveria ser omitida?<\/p>\n<p>Nesse romance, vencedor do Noma, um dos maiores pr\u00eamios liter\u00e1rios do Jap\u00e3o, a nuvem em forma de cogumelo, formada logo ap\u00f3s a explos\u00e3o, n\u00e3o \u00e9 vista do alto como na imagem tantas vezes repetida, mas da perspectiva daqueles que est\u00e3o sob seus efeitos. A narrativa coloca o leitor diante do inferno que vivenciaram e da tentativa de retomada do cotidiano depois da cat\u00e1strofe. O autor baseou-se em di\u00e1rios e testemunhos para construir o romance, resultando em uma prosa s\u00f3bria e sem sentimentalismo, mesmo quando coloca o leitor diante de cenas como a de uma crian\u00e7a faminta que tenta agarrar o seio de um cad\u00e1ver, ou de um pai que, para salvar-se, larga para tr\u00e1s o filho clamando por ajuda.<\/p>\n<p><em>Chuva negra<\/em> tamb\u00e9m se tornou um marco do cinema japon\u00eas. Foi adaptado para o cinema pelo diretor Shohei Imamura, em 1989 e recebeu men\u00e7\u00e3o especial no Festival de Cannes em 1990.<\/p>\n<h4><strong>Sobre os autores:<\/strong><\/h4>\n<p>Masuji Ibuse nasceu em Kamo, na prov\u00edncia de Hiroshima em 1898. Ingressou na Universidade de Waseda, em T\u00f3quio para estudar literatura francesa. A partir de 1922, passou a dedicar-se \u00e0 fic\u00e7\u00e3o. Publicou novelas, contos e romances marcados por uma linguagem cheia de poesia e, muitas vezes, humor, tendo como principal foco a vida de homens comuns. Entre suas obras est\u00e3o <em>Koi<\/em> [A carpa], <em>Sanshouo<\/em> [A salamandra], <em>Sazana Gunk<\/em>i [Cr\u00f4nica das pequenas ondas], <em>Ekimae Ryokan<\/em> [O hotel da esta\u00e7\u00e3o] e <em>Chimpindo Shujin<\/em> [O antiqu\u00e1rio]. Morreu em T\u00f3quio em 1993.<\/p>\n<p>Jefferson Jos\u00e9 Teixeira nasceu no Rio de Janeiro em 1958. \u00c9 economista, banc\u00e1rio, tradutor juramentado e tradutor liter\u00e1rio. Morou nos Estados Unidos de 2001 a 2004 e no Jap\u00e3o por 11 anos. Tem o japon\u00eas e o portugu\u00eas como l\u00ednguas nativas e domina o ingl\u00eas e o franc\u00eas. Mestre em caligrafia chinesa, lan\u00e7ou-se na atividade de tradu\u00e7\u00e3o nos anos 80 do s\u00e9culo XX. Destacou-se como tradutor liter\u00e1rio com a obra <em>A Chave<\/em> <em>(Kagi)<\/em> de Junichiro Tanizaki. Traduziu outras obras com <em>Miso Soup (In The Miso Soup)<\/em> de Ryu Murakami, <em>Entrela\u00e7adas<\/em> (Hana no Kusari) de Kane Minato entre outras.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"img-responsive img-fluid alignnone wp-image-17364\" src=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/005.jpg\" alt=\"\" width=\"350\" height=\"519\" srcset=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/005.jpg 1728w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/005-280x415.jpg 280w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/005-768x1138.jpg 768w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/005-1037x1536.jpg 1037w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/005-1382x2048.jpg 1382w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/005-340x504.jpg 340w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/005-220x326.jpg 220w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/005-100x148.jpg 100w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/005-130x193.jpg 130w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/005-460x681.jpg 460w\" sizes=\"(max-width: 350px) 100vw, 350px\" \/><\/p>\n<h4><strong>Ficha t\u00e9cnica:<\/strong><\/h4>\n<p><span style=\"color: #333399;\"><strong>Chuva negra<br \/>\n<\/strong><em>(Kuroi ame\/ \u9ed2\u3044\u96e8)<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000080;\">Masuji Ibuse (\u4e95\u4f0f\u9c52\u4e8c); tradu\u00e7\u00e3o de Jefferson Jos\u00e9 Teixeira.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000080;\">Esta\u00e7\u00e3o Liberdade, 2011.<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000080;\">Em portugu\u00eas.<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000080;\">ISBN 978-85-7448-196-8<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000080;\">[895.63 Ib]<\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.estacaoliberdade.com.br\/livraria\/livros-de-literatura-japonesa\/chuva-negra\">Chuva Negra (estacaoliberdade.com.br)<\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/www.travessa.com.br\/chuva-negra-1-ed-2011\/artigo\/99c52bc6-2da6-481b-b43a-48f23bcd9184\">CHUVA NEGRA &#8211; 1\u00aaED.(2011) &#8211; Masuji Ibuse &#8211; Livro (travessa.com.br)<\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/www.jnippak.com.br\/2018\/chuva-negra-na-lente-de-shohei-imamura\/\">Chuva Negra na lente de Shohei Imamura &#8211; Jornal Nippak (jnippak.com.br)<\/a><br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.estacaoliberdade.com.br\/livraria\/ibuse-masuji\">Ibuse, Masuji (estacaoliberdade.com.br)<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/destaques-da-biblioteca\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"img-responsive img-fluid size-full wp-image-14773 aligncenter\" src=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/botao-site-destaquebbca-rodape-voltar.jpg\" alt=\"\" width=\"320\" height=\"134\" srcset=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/botao-site-destaquebbca-rodape-voltar.jpg 320w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/botao-site-destaquebbca-rodape-voltar-280x117.jpg 280w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/botao-site-destaquebbca-rodape-voltar-220x92.jpg 220w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/botao-site-destaquebbca-rodape-voltar-100x42.jpg 100w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/botao-site-destaquebbca-rodape-voltar-130x54.jpg 130w\" sizes=\"(max-width: 320px) 100vw, 320px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<script type=\"text\/javascript\"> toolTips('.classtoolTips76','A palavra <em><span class='tooltipsall tooltipsincontent classtoolTips76'>kami<\/span><\/em> significa \u201cm\u00edstico\u201d, \u201csuperior\u201d, \u201cdivino\u201d, estando normalmente ligada ao poder sagrado ou divino.'); <\/script>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Neste m\u00eas de agosto, o Jap\u00e3o relembra o bombardeio nuclear sobre as cidades de Hiroshima e Nagasaki. A Biblioteca da Funda\u00e7\u00e3o Jap\u00e3o em S\u00e3o Paulo destaca de seu acervo livros que tratam deste acontecimento tr\u00e1gico. E como sugest\u00e3o de leitura indica a obra \u201cChuva Negra\u201d de Masuji Ibuse, publicada pela Esta\u00e7\u00e3o Liberdade. 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