{"id":17491,"date":"2021-09-30T09:00:34","date_gmt":"2021-09-30T12:00:34","guid":{"rendered":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/?page_id=17491"},"modified":"2021-09-10T17:00:21","modified_gmt":"2021-09-10T20:00:21","slug":"dossie_tradicao_japones_3_escrita_japonesa_atualmente","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/dossie_tradicao_japones_3_escrita_japonesa_atualmente\/","title":{"rendered":"3. A escrita japonesa atualmente"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right\"><strong><a href=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/dossie_literario\/\">Dossi\u00ea Liter\u00e1rio <\/a>&gt; <a href=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/dossie_tradicao_japones\/\">Dossi\u00ea &#8211; A tradu\u00e7\u00e3o na forma\u00e7\u00e3o da tradi\u00e7\u00e3o japonesa<\/a>\u00a0&gt; 3. A escrita japonesa atualmente<\/strong><\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"img-responsive alignnone wp-image-11642 size-full\" src=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/pattern-v1-03-1.png\" alt=\"\" width=\"4032\" height=\"223\" srcset=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/pattern-v1-03-1.png 4032w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/pattern-v1-03-1-280x15.png 280w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/pattern-v1-03-1-768x42.png 768w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/pattern-v1-03-1-340x19.png 340w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/pattern-v1-03-1-220x12.png 220w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/pattern-v1-03-1-100x6.png 100w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/pattern-v1-03-1-130x7.png 130w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/pattern-v1-03-1-460x25.png 460w\" sizes=\"(max-width: 4032px) 100vw, 4032px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No presente, o Jap\u00e3o possui um sistema de escrita muito distinto do tratado no in\u00edcio deste texto, mas n\u00e3o deixa de ser peculiar em diversos aspectos. \u00c9 uma l\u00edngua que se vale de diversas formas escritas para expressar-se. Pensemos no portugu\u00eas, por exemplo: utilizamos, em geral, o alfabeto latino e algarismos indo-ar\u00e1bicos. Por mais que tomemos como algo natural e inquestion\u00e1vel, utilizamos caracteres feitos em momentos e locais distintos para ler e escrever na nossa l\u00edngua materna. No Jap\u00e3o, podemos dizer que a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 um pouquinho mais complexa. Temos, ent\u00e3o, primeiramente os <em>kanji<\/em>, que vieram de locais diversos do que hoje se conhece por China ao longo de v\u00e1rios s\u00e9culos; os silab\u00e1rios<em> hiragana <\/em>e <em>katakana<\/em>, elaborados no pr\u00f3prio pa\u00eds no s\u00e9culo IX para servir melhor \u00e0 l\u00edngua j\u00e1 existente; e mais recentemente, n\u00e3o podemos esquecer que tamb\u00e9m o alfabeto latino e os algarismos indo-ar\u00e1bicos s\u00e3o amplamente utilizados no pa\u00eds.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_17492\" style=\"width: 510px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-17492\" class=\"img-responsive img-fluid wp-image-17492\" src=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/imagem-07.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"333\" srcset=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/imagem-07.jpg 2048w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/imagem-07-280x187.jpg 280w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/imagem-07-768x512.jpg 768w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/imagem-07-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/imagem-07-340x227.jpg 340w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/imagem-07-220x147.jpg 220w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/imagem-07-100x67.jpg 100w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/imagem-07-130x87.jpg 130w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/imagem-07-460x307.jpg 460w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><p id=\"caption-attachment-17492\" class=\"wp-caption-text\">Letreiros em Kabukich\u014d, Shinjuku, T\u00f3quio.<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/commons.wikimedia.org\/wiki\/File:Colorful_neon_street_signs_in_Kabukich%C5%8D,_Shinjuku,_Tokyo.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">WIKIMEDIA COMMON<\/a><\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>E todo esse processo, que permeia tanto o liter\u00e1rio quanto o lingu\u00edstico, o hist\u00f3rico e o cultural, s\u00f3 foi poss\u00edvel por meio da tradu\u00e7\u00e3o. Talvez por isso que hoje os Estudos de Tradu\u00e7\u00e3o sejam uma \u00e1rea de pesquisa proeminente no Jap\u00e3o. Assim como no ocidente, ela s\u00f3 se tornou uma \u00e1rea acad\u00eamica entre as d\u00e9cadas de 1970 e 1980, contudo, \u00e9 poss\u00edvel encontrar um pensamento tradut\u00f3rio presente mesmo nos textos liter\u00e1rios e sobre literatura de diversos escritores. H\u00e1 tamb\u00e9m in\u00fameros casos, desde a reabertura do Jap\u00e3o, de escritores que s\u00e3o tamb\u00e9m tradutores: seja interlinguais, como Mori \u014cgai (1862\u20131922) e Murakami Haruki (1949\u2013), como tamb\u00e9m intralinguais, tradutores que recuperam obras cl\u00e1ssicas para o japon\u00eas moderno, como Yosano Akiko, (1978\u20131942) e Enchi Fumiko (1905\u20131986); al\u00e9m de estudiosos de l\u00ednguas estrangeiras, como Natsume S\u014dseki (1867\u20131916) e Akutagawa Ry\u016bnosuke (1892\u20131927).<\/p>\n<p>Finalizo com um trecho da obra <em>E Depois<\/em> (1910; 2011), de Natsume S\u014dseki, em que o narrador traz a opini\u00e3o do controverso protagonista, Daisuke, sobre a literatura estrangeira que conhecia e lia em seu tempo livre \u2014 que era praticamente todo o tempo. Uma das caracter\u00edsticas presentes na obra do escritor, um dos mais consagrados nomes da literatura japonesa moderna, \u00e9 a discuss\u00e3o sobre o indiv\u00edduo que nasceu e cresceu nesse per\u00edodo de transi\u00e7\u00e3o, com muitos conflitos entre tradi\u00e7\u00e3o e modernidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"padding-left: 120px\">Daisuke entendia que as ansiedades descritas na literatura russa estavam relacionadas ao clima e \u00e0 pol\u00edtica opressiva. Na literatura francesa, eram decorrentes do excesso de adult\u00e9rio das mulheres. E a ansiedade existente na literatura italiana, representada por D\u2019Annunzio, era produto da insatisfa\u00e7\u00e3o gerada pela aus\u00eancia de limites, que culminava na decad\u00eancia moral. E era por isso que, para Daisuke, os escritores japoneses que apreciavam descrever a sociedade apenas por esse ponto de vista n\u00e3o passavam de meros reprodutores de uma literatura importada. (SOSEKI, 2011, p. 77-79)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Se voc\u00ea ficou interessado no assunto, recomendo a leitura completa do livro <em>A tradu\u00e7\u00e3o na forma\u00e7\u00e3o da tradi\u00e7\u00e3o japonesa: um panorama sobre tradu\u00e7\u00e3o at\u00e9 o per\u00edodo Meiji<\/em>. Nele, al\u00e9m do exposto aqui, trago outras explica\u00e7\u00f5es e exemplos, e busco encaixar essas pe\u00e7as de maneira facilmente compreens\u00edvel mesmo para quem n\u00e3o estuda o idioma.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>REFER\u00caNCIAS<\/strong><\/h3>\n<p>EVEN-ZOHAR, I. <em>Laws of Literary Interference<\/em>. In:<em> <strong>Poetics Today<\/strong>: Polysystem Studies<\/em>, v. 11, n. 1, p. 53\u201372. Carolina do Norte: Duke University, 1990.<\/p>\n<p>EVEN-ZOHAR, I. A Posi\u00e7\u00e3o da Literatura Traduzida dentro do Polissistema Liter\u00e1rio. <strong>Revista Translatio<\/strong>, n. 3, p. 3\u201310. Porto Alegre: UFRGS, 2012. Tradu\u00e7\u00e3o de Leandro de \u00c1vila Braga. Dispon\u00edvel em: &lt;https:\/\/seer.ufrgs.br\/translatio\/article\/view\/34674&gt;. Acesso em: 26 ago 2021.<\/p>\n<p>FR\u00c9D\u00c9RIC, L. <strong>O Jap\u00e3o:<\/strong> dicion\u00e1rio e civiliza\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Globo, 2008. Tradu\u00e7\u00e3o de \u00c1lvaro David Hwang (Coord).<\/p>\n<p>KATO, S. <strong><em>A History of Japanese Literature: <\/em><\/strong><em>from the Man\u2019y\u00f4sh\u00fb to modern times<\/em>. Inglaterra: Curzon Press, 1997. Tradu\u00e7\u00e3o de Don Sanderson.<\/p>\n<p>KEENE, D. <strong><em>Dawn to the West: <\/em><\/strong><em>Japanese Literature of the Modern Era<\/em>. Nova Iorque: Owl Book, Henry Holt and Company, 1987.<\/p>\n<p>NATSUME, S. <strong>E depois<\/strong>. S\u00e3o Paulo: Esta\u00e7\u00e3o Liberdade, 2011. Tradu\u00e7\u00e3o de Lica Hashimoto.<\/p>\n<p>MARTINS, N. <strong>A tradu\u00e7\u00e3o na forma\u00e7\u00e3o da tradi\u00e7\u00e3o japonesa:<\/strong> um panorama sobre tradu\u00e7\u00e3o at\u00e9 o per\u00edodo Meiji. Porto Alegre: Class, 2020.<\/p>\n<p>MIYAKE, M. H. <strong><em>Old Japanese: <\/em><\/strong><em>A phonetic reconstruction<\/em>. Londres: RoutledgeCurzon, 2003.<\/p>\n<p>SAKURAI, C. <strong>Os Japoneses<\/strong>. 2. ed. S\u00e3o Paulo: Contexto, 2013.<\/p>\n<p>SEELEY, C. <em>A History of Writing in Japan<\/em>. In: <strong><em>Brill\u2019s Japanese Studies Library<\/em><\/strong>, v. 3. Leida: E. J. Brill, 1991.<\/p>\n<p>YANABU, A. <strong><em>Hon\u2019yakugo Seiritsu Jij\u00f4<\/em><\/strong>. T\u00f3quio: Iwanami Shoten, 1982.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>SUGEST\u00d5ES DE LEITURA PARA APROFUNDAMENTO DO TEMA<\/strong><\/h3>\n<p>BATALHA, M. C. O lugar da tradu\u00e7\u00e3o na forma\u00e7\u00e3o da literatura brasileira. <strong>Alea:<\/strong> Estudos Neolatinos, v. 2, n. 2, p. 47\u201374. Rio de Janeiro: UFRJ, 2000.<\/p>\n<p>CUNHA, A. S. Orientalismos perif\u00e9ricos: presen\u00e7a liter\u00e1ria do Jap\u00e3o no Brasil. In: BITTENCOURT, R.; SCHMIDT, R. (org). <strong>Fazeres Indisciplinados<\/strong>: estudos de literatura comparada, p. 13\u201325. Porto Alegre: UFRGS, 2013.<\/p>\n<p>GENTZLER, E. <strong>Teorias Contempor\u00e2neas da Tradu\u00e7\u00e3o<\/strong>. S\u00e3o Paulo: Madras, 2009. Tradu\u00e7\u00e3o de Marcos Malvezzi.<\/p>\n<p>KATO, S. <strong>Tempo e espa\u00e7o na cultura japonesa<\/strong>. S\u00e3o Paulo: Esta\u00e7\u00e3o Liberdade, 2011. Tradu\u00e7\u00e3o de Neide Nagae e Fernando Chagas.<\/p>\n<p>KOJIN, K. <strong><em>Origins of Modern Japanese Literature<\/em><\/strong>. 3. ed. Estados Unidos: Duke University Press, 1998. Tradu\u00e7\u00e3o de Brett de Bary.<\/p>\n<p>LUCENA, K. <strong>Leituras em Constela\u00e7\u00e3o<\/strong>: literatura traduzida e hist\u00f3ria liter\u00e1ria. Porto Alegre: Class, 2020.<\/p>\n<p>MARUYAMA, M; KAT\u00d4, S. <strong><em>Hon\u2019yaku to Nihon no Kindai<\/em><\/strong>. T\u00f3quio: Iwanami Shoten, 1998.<\/p>\n<p>MORETTI, F. Conjeturas Sobre a Literatura Mundial. <strong>Novos Estudos<\/strong>, n. 58, p. 173\u2013181. S\u00e3o Paulo: CEBRAP, 2000. Tradu\u00e7\u00e3o de Jos\u00e9 Marcos Macedo.<\/p>\n<p>MURAKAMI, H.; SHIBATA, M. <strong><em>Hon\u2019yaku Yawa<\/em><\/strong>. T\u00f3quio: Bungeishunj\u00fb, 2000.<\/p>\n<p>MORETTI, F. Conjeturas Sobre a Literatura Mundial. <strong>Novos Estudos<\/strong>, n. 58, p. 173\u2013181. S\u00e3o Paulo: CEBRAP, 2000. Tradu\u00e7\u00e3o de Jos\u00e9 Marcos Macedo.<\/p>\n<p>OKAMOTO, M. <strong>A influ\u00eancia francesa no discurso brasileiro sobre o Jap\u00e3o:<\/strong> Imigra\u00e7\u00e3o, identidade e preconceito racial (1860-1945). S\u00e3o Paulo: Porto de Id\u00e9ias, 2016.<\/p>\n<p>PIGLIA, R. <strong><em>Tradici\u00f3n y Traducci\u00f3n<\/em><\/strong>. Nova Jersey: Universidade de Princeton, 2011.<\/p>\n<p>SATO-ROSSBERG, N.; WAKABAYASHI, J. (Ed.). <strong><em>Translation and Translation Studies in the Japanese Context<\/em><\/strong>. Londres: Continuum, 2012.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong><a href=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/dossie_tradicao_japones_2_historia_escrita_japonesa\/\">&lt;&lt; 2. A hist\u00f3ria da escrita japonesa \u00e9 uma hist\u00f3ria de tradu\u00e7\u00e3o<\/a>\u00a0\/\/ <a href=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/dossie_tradicao_japones\/\">Dossi\u00ea &#8211; A tradu\u00e7\u00e3o na forma\u00e7\u00e3o da tradi\u00e7\u00e3o japonesa &gt;&gt;<\/a><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<script type=\"text\/javascript\"> toolTips('.classtoolTips76','A palavra <em><span class='tooltipsall tooltipsincontent classtoolTips76'>kami<\/span><\/em> significa \u201cm\u00edstico\u201d, \u201csuperior\u201d, \u201cdivino\u201d, estando normalmente ligada ao poder sagrado ou divino.'); <\/script><script type=\"text\/javascript\"> toolTips('.classtoolTips77','<span class=\"TextRun  BCX0 SCXW127757320\" lang=\"PT-BR\" xml:lang=\"PT-BR\" data-contrast=\"auto\"><span class=\"NormalTextRun  BCX0 SCXW127757320\"><em>Lato sensu<\/em>,\u00a0<\/span><\/span><span class=\"TextRun  BCX0 SCXW127757320\" lang=\"PT-BR\" xml:lang=\"PT-BR\" data-contrast=\"auto\"><span class=\"NormalTextRun  BCX0 SCXW127757320\">\u201cpoesia em japon\u00eas\u201d.\u00a0<\/span><\/span><span class=\"TextRun  BCX0 SCXW127757320\" lang=\"PT-BR\" xml:lang=\"PT-BR\" data-contrast=\"auto\"><span class=\"NormalTextRun  BCX0 SCXW127757320\"><em>Stricto sensu<\/em>,\u00a0<\/span><\/span><span class=\"TextRun  BCX0 SCXW127757320\" lang=\"PT-BR\" xml:lang=\"PT-BR\" data-contrast=\"auto\"><span class=\"NormalTextRun  BCX0 SCXW127757320\">o mesmo que\u00a0<\/span><\/span><span class=\"TextRun  BCX0 SCXW127757320\" lang=\"PT-BR\" xml:lang=\"PT-BR\" data-contrast=\"auto\"><em><span class=\"NormalTextRun SpellingErrorV2  BCX0 DefaultHighlightTransition SCXW127757320\"><span class='tooltipsall tooltipsincontent classtoolTips75'>tanka<\/span><\/span><\/em><span class=\"NormalTextRun  BCX0 SCXW127757320\">.<\/span><\/span>'); <\/script>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dossi\u00ea Liter\u00e1rio &gt; Dossi\u00ea &#8211; A tradu\u00e7\u00e3o na forma\u00e7\u00e3o da tradi\u00e7\u00e3o japonesa\u00a0&gt; 3. A escrita japonesa atualmente &nbsp; No presente, o Jap\u00e3o possui um sistema de escrita muito distinto do tratado no in\u00edcio deste texto, mas n\u00e3o deixa de ser peculiar em diversos aspectos. \u00c9 uma l\u00edngua que se vale de diversas formas escritas para [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":34,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"class_list":["post-17491","page","type-page","status-publish","hentry"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/17491","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/34"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17491"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/17491\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17497,"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/17491\/revisions\/17497"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17491"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}