{"id":18525,"date":"2021-12-10T07:11:15","date_gmt":"2021-12-10T10:11:15","guid":{"rendered":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/?page_id=18525"},"modified":"2021-12-10T07:29:25","modified_gmt":"2021-12-10T10:29:25","slug":"destaques-da-biblioteca-novembro-dezembro-2021","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/destaques-da-biblioteca-novembro-dezembro-2021\/","title":{"rendered":"DESTAQUES DA BIBLIOTECA &#8211; Novembro e Dezembro\/2021"},"content":{"rendered":"<p>Com a realiza\u00e7\u00e3o da Mostra de Cinema Japon\u00eas em S\u00e3o Paulo, a Biblioteca destaca livros sobre cinema japon\u00eas e como sugest\u00e3o de leitura indica o livro <em>Rash\u00f4mon e outros contos<\/em>, de Ryunosuke Akutagawa, que serviu de inspira\u00e7\u00e3o para o filme <em>Rashomon<\/em>, de Akira Kurosawa.<\/p>\n<p>Em 1897, aconteceu a primeira exibi\u00e7\u00e3o de filmes no Jap\u00e3o. O primeiro filme produzido no pa\u00eds foi o document\u00e1rio de curta metragem <em>Geisha no te odori<\/em> (\u82b8\u8005\u306e\u624b\u8e0a\u308a) em junho de 1899. Poucos anos depois, o Jap\u00e3o j\u00e1 estava formando sua pr\u00f3pria ind\u00fastria cinematogr\u00e1fica, produzindo filmes mudos que retratavam aventuras de \u00e9poca e hist\u00f3ria de samurais injusti\u00e7ados. Os filmes eram parcialmente sonorizados com a participa\u00e7\u00e3o dos <em>Benshi<\/em>, narradores vindos do teatro, que emprestavam n\u00e3o apenas a voz aos personagens, mas tamb\u00e9m explicavam a trama das hist\u00f3rias antes das proje\u00e7\u00f5es. Com a guerra contra a China e a Segunda Guerra Mundial, as salas de cinema foram controladas pelos militares e passaram a exibir filmes educacionais e de propaganda militarista. A produ\u00e7\u00e3o de filmes passou a ter um car\u00e1ter de propaganda ideol\u00f3gica. No per\u00edodo anterior e posterior \u00e0s guerras, Kenji Mizoguchi foi o diretor que teve o maior destaque com seus filmes que retratavam a mulher japonesa. Akira Kurosawa revolucionou os filmes de samurai e desenvolveu hist\u00f3rias nas quais o bem e o mal n\u00e3o s\u00e3o claramente definidos. Fez sua estreia em 1943 com <em>Sugata Sanshiro \u2013 uma saga do judo<\/em> (\u59ff\u4e09\u56db\u90ce). Em 1949, o mercado cinematogr\u00e1fico japon\u00eas estava recuperado e em crescimento com cerca de 2 mil salas de cinema em funcionamento e quatro grandes est\u00fadios dividindo a maior parte da produ\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o de filmes. Recentemente, as produ\u00e7\u00f5es em desenho animado (<em>animes<\/em>) t\u00eam alcan\u00e7ado alto n\u00edvel de produ\u00e7\u00e3o e bilheterias milion\u00e1rias no Jap\u00e3o e no exterior.<\/p>\n<h4><strong>Sites relacionados<\/strong><\/h4>\n<p><a href=\"https:\/\/www.culturajaponesa.com.br\/index.php\/cultura-pop\/historia-do-cinema-japones\/\">https:\/\/www.culturajaponesa.com.br\/index.php\/cultura-pop\/historia-do-cinema-japones\/<\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/www.rosebud.club\/post\/27042020\">https:\/\/www.rosebud.club\/post\/27042020<\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Cinema_do_Jap%C3%A3o\">Cinema do Jap\u00e3o \u2013 Wikip\u00e9dia, a enciclop\u00e9dia livre (wikipedia.org)<\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/woomagazine.com.br\/historia-do-cinema-cinema-japones\/\">Hist\u00f3ria do Cinema: Cinema Japon\u00eas &#8211; Woo! Magazine (woomagazine.com.br)<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>\u25cf <\/strong><strong>LIVROS<\/strong><\/span><\/h2>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"img-responsive img-fluid alignnone wp-image-18537\" src=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/jasper-cinema.jpg\" alt=\"\" width=\"230\" height=\"345\" srcset=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/jasper-cinema.jpg 231w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/jasper-cinema-220x330.jpg 220w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/jasper-cinema-100x150.jpg 100w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/jasper-cinema-130x195.jpg 130w\" sizes=\"(max-width: 230px) 100vw, 230px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Historical dictionary Japanese cinema<br \/>\n<\/strong>Jasper Sharp<\/span><\/p>\n<p>Scarecrow Press, 2011.<br \/>\nEm ingl\u00eas.<br \/>\nISBN 978-0-8108-5795-7<br \/>\n[791.430952 Sh]<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/rowman.com\/ISBN\/9780810857957\/Historical-Dictionary-of-Japanese-Cinema\">https:\/\/rowman.com\/ISBN\/9780810857957\/Historical-Dictionary-of-Japanese-Cinema<\/a><\/p>\n<p>O cinema japon\u00eas precede o de outros pa\u00edses como o da R\u00fassia, China e \u00cdndia, e tem se sustentado sem aux\u00edlio externo por mais de um s\u00e9culo. Nessa sua longa trajet\u00f3ria, produziu uma variedade de g\u00eaneros, incluindo melodramas, romances, filmes de gangster, filmes de samurais, musicais, filmes de terror, filmes de monstros e mais recentemente as anima\u00e7\u00f5es (animes). <em>Historical Dictionary of Japanese Cinema<\/em> oferece uma introdu\u00e7\u00e3o e uma vis\u00e3o geral da longa hist\u00f3ria do cinema japon\u00eas, sendo destinado a pesquisadores, estudantes, professores e leitores em geral. \u00c9 um recurso para aqueles com pouca ou nenhuma familiaridade com o assunto, organizado para que estudiosos na \u00e1rea possam encontrar informa\u00e7\u00f5es espec\u00edficas, com uma introdu\u00e7\u00e3o que aborda o contexto geral e a cronologia bem detalhada. Mas, a maioria das informa\u00e7\u00f5es est\u00e1 na se\u00e7\u00e3o do dicion\u00e1rio, com entradas bastante extensas sobre os temas do cinema japon\u00eas. Al\u00e9m disso, o livro traz 3 ap\u00eandices com os nomes das companhias, est\u00fadios e outras organiza\u00e7\u00f5es cinematogr\u00e1ficas, os t\u00edtulos dos filmes e as pessoas citadas no texto. Traz tamb\u00e9m um gloss\u00e1rio e uma bibliografia.<\/p>\n<h4><strong>Sobre o autor:<\/strong><\/h4>\n<p><strong>Jasper Sharp<\/strong> \u00e9 um importante historiador e curador especializado em cinema japon\u00eas, e cofundador do website Midnight Eye, junto com Tom Mes. Publicou v\u00e1rios livros e antologias sobre cinema japon\u00eas e asi\u00e1tico, fez curadoria de programas de filmes de v\u00e1rios festivais e museus atrav\u00e9s do mundo.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive img-fluid alignnone wp-image-18538\" src=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/carnal-livro.jpg\" alt=\"\" width=\"230\" height=\"297\" srcset=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/carnal-livro.jpg 387w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/carnal-livro-280x362.jpg 280w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/carnal-livro-340x439.jpg 340w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/carnal-livro-220x284.jpg 220w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/carnal-livro-100x129.jpg 100w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/carnal-livro-130x168.jpg 130w\" sizes=\"(max-width: 230px) 100vw, 230px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Carnal curses, disfigured dreams: Japanese horror &amp; bizarre cinema (1898-1949)<br \/>\n<\/strong>Kagami Jigoku Kobayashi<\/span><\/p>\n<p>Shinbaku Books, 2019.<br \/>\nEm ingl\u00eas.<br \/>\nISBN 978-1-84068-322-6<br \/>\n[791.436164 Ko]<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.goodreads.com\/book\/show\/43873891-carnal-curses-disfigured-dreams\">Carnal Curses, Disfigured Dreams: Japanese Horror and Bizarre Cinema 1898-1949 by Kagami Jigoku Kobayashi (goodreads.com)<\/a><\/p>\n<p>A hist\u00f3ria do cinema de terror japon\u00eas antes da segunda guerra mundial \u00e9 uma das menos documentadas, mesmo no Jap\u00e3o. Devido a v\u00e1rios fatores, seja de manuseio, de armazenamento, de cat\u00e1strofes naturais e de bombardeios, a maioria dos filmes da d\u00e9cada de 30 foi destru\u00edda. Este livro \u00e9 uma tentativa de apresentar uma filmografia de antes da guerra nos g\u00eaneros de terror, fantasia, fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e mist\u00e9rio. A filmografia foi obtida de registros existentes de distribui\u00e7\u00e3o dos filmes japoneses, as descri\u00e7\u00f5es dos filmes foram baseadas principalmente em cr\u00edticas publicadas em revistas sobre cinema japon\u00eas no per\u00edodo (principalmente na revista <em>Kinema Junpo<\/em>, lan\u00e7ada em 1919). Al\u00e9m de listar e detalhar centenas de filmes, o livro inclui numerosas ilustra\u00e7\u00f5es e gravuras, reproduzindo mais de 60 fotografias extremamente raras de produ\u00e7\u00e3o de filmes e imagens de p\u00f4steres e conclui com um \u00edndice de todos os filmes citados no texto. A filmografia est\u00e1 ordenada cronol\u00f3gica e alfabeticamente.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive img-fluid alignnone wp-image-18539\" src=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/carroza-book.jpg\" alt=\"\" width=\"230\" height=\"298\" srcset=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/carroza-book.jpg 247w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/carroza-book-220x285.jpg 220w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/carroza-book-100x130.jpg 100w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/carroza-book-130x168.jpg 130w\" sizes=\"(max-width: 230px) 100vw, 230px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>SF: The Japanese Science fiction film encyclopedia<br \/>\n<\/strong>J.L. Carroza<\/span><\/p>\n<p>Independently published\/Orochi Books, 2021.<br \/>\nEm ingl\u00eas.<br \/>\nISBN 979-8597187921<br \/>\n[791.43615 Ca]<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/orochibooks\/\">(20+) Orochi Books | Facebook<\/a><\/p>\n<p>O cinema de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica no Jap\u00e3o \u00e9 bem distinto devido ao pa\u00eds ter uma hist\u00f3ria de desastres, sejam naturais ou n\u00e3o. O livro cobre uma grande variedade destes filmes ao longo de seis d\u00e9cadas, desde os efeitos de Hiroshima at\u00e9 a pandemia do COVID-19. Filmes cl\u00e1ssicos <em>Godzilla<\/em>, <em>Mothra<\/em> e <em>Gamera<\/em>, apocal\u00edpticos como <em>Submersion of Japan<\/em> e <em>Virus<\/em>, e obras exc\u00eantricas como <em>The Face of Another<\/em> e <em>Tetsuo: The Iron Man<\/em>. Este livro apresenta an\u00e1lises aprofundadas de dezenas de filmes, juntamente com artigos que fornecem informa\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas. Oferece, ainda, informa\u00e7\u00f5es dos cineastas que deram vida a esses filmes, e de personalidades do g\u00eanero como Ishiro Honda, Eiji Tsuburaya, Kobo Abe, Sakyo Komatsu entre outros. O livro deve agradar tanto aos f\u00e3s casuais que procuram aprender mais quanto aos iniciados obcecados.<\/p>\n<h4><strong>Sobre o autor:<\/strong><\/h4>\n<p><strong>Jules L.Carrozza<\/strong> \u00e9 um diretor de filmes e comerciais, editor de v\u00eddeo e graphic designer. Em uma grande parte de sua vida foi apaixonado por esses filmes. Tamb\u00e9m \u00e9 interessado em <em>animes<\/em> e filmes de Hong Kong. Escreve para websites e publica\u00e7\u00f5es como <em>Animerica<\/em>, <em>Toho Kingdom<\/em>, <em>Asian Culture Cinema<\/em>, <em>Monster Attack Team e Otaku USA<\/em>. Seus mais recentes filmes s\u00e3o o apocal\u00edptico curta de horror <em>Fungus<\/em> (2019 e o sci-fi filmette <em>Visit<\/em> (2021) influenciados pela fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica japonesa.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>\u25cf SUGEST\u00c3O DE LEITURA<\/strong><\/span><\/h2>\n<p>A Biblioteca da Funda\u00e7\u00e3o Jap\u00e3o indica a leitura do livro <em>Rash\u00f4mon e outros contos<\/em> de Ryunosuke Akutagawa, com tradu\u00e7\u00e3o direta de Madalena Hashimoto Cordaro e Junko Ota.<\/p>\n<p>O livro re\u00fane dez contos de diversos per\u00edodos da breve trajet\u00f3ria do autor. <em>Rash\u00f4mon<\/em> (1915) e <em>Dentro do bosque<\/em> (1922) retratam a cultura de Heian (atual Quioto) e serviu de base para o filme <em>Rashomon<\/em> (1950) de Akira Kurosawa. Em <em>Memorando \u201cRy\u00f4sai Ogata\u201d<\/em> (1917), <em>Ogin<\/em> (1923) e <em>O m\u00e1rtir<\/em> (1918), a tem\u00e1tica crist\u00e3 \u00e9 o fio condutor. <em>Devo\u00e7\u00e3o \u00e0 literatura popular<\/em> (1917) e <em>Terra morta<\/em> (1918) t\u00eam como pano de fundo a cultura Edo (atual T\u00f3quio). A abertura do Jap\u00e3o para o Ocidente no per\u00edodo Meiji comp\u00f5e o enredo de <em>O baile<\/em> (1912). Por fim, dois contos de car\u00e1ter autobiogr\u00e1fico, do final da vida de Akutagawa, <em>Passagens do caderno de notas de Yasukichi<\/em> (1923) e <em>A vida de um idiota<\/em> (1927). Esta \u00e9 uma nova edi\u00e7\u00e3o que conta com texto revisto pelas tradutoras, uma nova introdu\u00e7\u00e3o e acr\u00e9scimo de notas.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"img-responsive img-fluid wp-image-18540 aligncenter\" src=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/rashomon-hedra-340x552.jpg\" alt=\"\" width=\"250\" height=\"406\" srcset=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/rashomon-hedra-340x552.jpg 340w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/rashomon-hedra-280x454.jpg 280w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/rashomon-hedra-220x357.jpg 220w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/rashomon-hedra-100x162.jpg 100w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/rashomon-hedra-130x211.jpg 130w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/rashomon-hedra-460x746.jpg 460w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/rashomon-hedra.jpg 487w\" sizes=\"(max-width: 250px) 100vw, 250px\" \/><\/p>\n<h4><strong>Sobre o autor:<\/strong><\/h4>\n<p><strong>Ryunosuke Akutagawa<\/strong> nasceu em T\u00f3quio, foi adotado pelos tios maternos deixando de usar o sobrenome do pai, Niihara. Quando crian\u00e7a entrou em contato com as tradu\u00e7\u00f5es de Ibsen e Anatole France. Na primeira juventude, traduziu Yeats, e especializou-se em Literatura Inglesa na Universidade Imperial de T\u00f3quio, per\u00edodo em que se tornou disc\u00edpulo do escritor japon\u00eas Soseki Natsume e passou a escrever os primeiros de seus 150 textos curtos em prosa. Suicidou-se aos 35 anos com uma dose de Veronal.<\/p>\n<h4><strong>Sobre as tradutoras:<\/strong><\/h4>\n<p><strong>Madalena (Natsuko) Hashimoto Cordaro<\/strong> tem forma\u00e7\u00e3o em Artes Pl\u00e1sticas (ECA-USP e Washington University), Letras (portugu\u00eas-espanhol-japon\u00eas) e Filosofia (doutorado em est\u00e9tica). Seu doutorado, no International Research Center for Japanese Studies, no Jap\u00e3o, tratou de pintura e xilografia er\u00f3tica do per\u00edodo Edo.<\/p>\n<p><strong>Junko Ota<\/strong> \u00e9 bacharel em Letras (japon\u00eas e portugu\u00eas) e doutora em Lingu\u00edstica pela USP e mestre em Letras Japon\u00eas pela Osaka University (Jap\u00e3o). Professora doutora do Departamento de Letras Orientais da Faculdade de Filosofia e Ci\u00eancias Humanas e pesquisadora do Centro de Estudos Japoneses da USP. Membro do conselho editorial do peri\u00f3dico Estudos Japoneses.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><strong>Ficha t\u00e9cnica:<\/strong><\/h4>\n<p><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Rashomon e outros contos<br \/>\n<\/strong>Ryunosuke Akutagawa; tradu\u00e7\u00e3o de Madalena Hashimoto Cordaro e Junko Ota<\/span><\/p>\n<p>Editora Hedra, 2008.<br \/>\nEm portugu\u00eas.<br \/>\nISBN 978-85-7715-094-6<br \/>\n[895.63 Ak]<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.hedra.com.br\/shop\/product\/9788577150946-rashomon-e-outros-contos-akutagawa-editora-hedra-fic004000-1250\">Rash\u00f4mon e outros contos (Akutagawa. Editora Hedra) [FIC004000] | Editora Hedra<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/destaques-da-biblioteca\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"img-responsive img-fluid size-full wp-image-14773 aligncenter\" src=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/botao-site-destaquebbca-rodape-voltar.jpg\" alt=\"\" width=\"320\" height=\"134\" srcset=\"https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/botao-site-destaquebbca-rodape-voltar.jpg 320w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/botao-site-destaquebbca-rodape-voltar-280x117.jpg 280w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/botao-site-destaquebbca-rodape-voltar-220x92.jpg 220w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/botao-site-destaquebbca-rodape-voltar-100x42.jpg 100w, https:\/\/fjsp.org.br\/fjsp\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/botao-site-destaquebbca-rodape-voltar-130x54.jpg 130w\" sizes=\"(max-width: 320px) 100vw, 320px\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com a realiza\u00e7\u00e3o da Mostra de Cinema Japon\u00eas em S\u00e3o Paulo, a Biblioteca destaca livros sobre cinema japon\u00eas e como sugest\u00e3o de leitura indica o livro Rash\u00f4mon e outros contos, de Ryunosuke Akutagawa, que serviu de inspira\u00e7\u00e3o para o filme Rashomon, de Akira Kurosawa. 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