Comentários

  1. É verdade: agosto é o mês da bomba. Todo ano repete-se a lembrança do pesadelo que, infelizmente, não recebe a mesma atenção do holocausto hitleriano, embora tão incauto e reverberante no núcleo da célula-mater da deontologia humana. Tenho a maior curiosidade para assistir a esse documentário, embora restabeleça a memória dolorosa de suas vítimas de várias gerações, quero crer que a discussão constante desse tema possa atenuar homeopaticamente a sensação arrepiante de crime impune de lesa-humanidade.

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